Rua. Jacinto Alves Carvalho, S/N - Centro 56.980-000  -  Mirandiba / PE
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Pároco: Pe. Erinaldo Sultério de Morais


 

MIRANDIBA

Santuário de Solidão recebeu as paróquias de Iguaraci, Ingazeira e Mirandiba

As paróquias de São Sebastião (Iguaraci), São José (Ingazeira) e São João Batista (Mirandiba) estiveram participando neste domingo (1) da romaria ao Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, em Solidão, dentro do que foi proposto de a cada mês, duas ou mais paróquias realizarem uma romaria em comemoração aos 300 anos do achado da Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

As caravanas juntamente com os padres foram recepcionadas no portal da entrada da cidade, como já é de costume, e, em seguida, caminhada até a Gruta onde aconteceu a celebração da missa que foi presidida pelo padre Antônio Rogério Veríssimo (Iguaraci), e concelebrada pelos padres Luís Marques (Luisinho – Ingazeira), Erinaldo Sultério (Mirandiba) e Genildo Herculano (Solidão).

A próxima romaria será no dia 19 de novembro com as paróquias do Rosário e Bom Jesus Ressuscitado (Serra Talhada) e Santo Antônio e São João Maria Vianey (Carnaíba). 

Padre Erinaldo Sultério é o novo pároco de Mirandiba

Tomou posse na noite desta quinta, 23 de fevereiro, na Paróquia de São João Batista, em Mirandiba, o padre Erinaldo Sultério. O padre permanecerá por oito anos a frente da referida Paróquia como pároco.

Como vem acontecendo durante as posses, padre Erinaldo foi recepcionado na entrada da cidade pelas autoridades e em seguida missa de posse na Matriz. Dom Egidio, bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, presidiu a missa de posse do padre que foi concelebrada por vários padres que se fizeram presentes.

Dom Egidio disse que o papel do padre é rezar pelo seu povo, oferecer sacrifício pelo seu povo e animar também a oração de seu povo, porque isso permite que o padre e o povo permaneçam unidos no amor de Deus.

Padre Erinaldo agradeceu a comunidade de Mirandiba pela acolhida e disse que quer estar entre todos como amigo e como aquele que serve. “Eu quero estar no meio de vocês como o próprio Evangelho nos lembrou no dia de hoje, não como um senhor que vai estar na relação com os seus servos, mas numa relação de amigos, uma relação de amizade. Quero viver com vocês, buscando a vivência de muita fé, uma vivência de muita esperança, mas também uma vivência de muita caridade”, disse o padre Erinaldo.

Benção e Missa dos Ramos abrem a Semana Santa em Mirandiba

No domingo, 20 de março, foi iniciada pelo Padre Genildo Herculano da Paróquia São João Batista de Mirandiba, reunindo um grande número de fiéis a Semana Santa. A concentração teve início na entrada da cidade com procissão até a igreja Matriz.

O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”… E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.

O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.

Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.

Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes, porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.

O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘”Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).

Reportagem de Célio Publicidades da Rádio Difusora de Mirandiba

Pe. Erinaldo Sultério de Morais