NOTÍCIAS DA DIOCESE

Os bispos do Brasil em sua 57ª Assembleia Geral emitem “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”

O episcopado brasileiro, reunido em sua 57ª Assembleia Geral, de 1º a 10 de maio, em Aparecida (SP), emitiu hoje a “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”. No documento, os bispos alertam que a opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres.

O documento chama a atenção para os graves problemas vividos pela população do país, como o crescente desemprego, “outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”.

A violência, conforme aponta a mensagem, atinge níveis insuportáveis. “Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana”, diz o texto.

Segundo o documento, “o verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas”.

Sobre as necessárias reformas política, tributária e da previdência, os bispos afirmam, na mensagem, que elas só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres. “O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor”, afirma o texto.

Veja, abaixo, a mensagem na íntegra:

                                                             MENSAGEM DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

“Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21,5)

Suplicando a assistência do Espírito Santo, na comunhão e na unidade, nós, Bispos do Brasil, reunidos na 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, no Santuário Nacional, em Aparecida-SP, de 1 a 10 de maio de 2019, dirigimos nossa mensagem ao povo brasileiro, tomados pela ternura de pastores que amam e cuidam do rebanho. Desejamos que as alegrias pascais, vividas tão intensamente neste tempo, renovem, no coração e na mente de todos, a fé em Jesus Cristo Crucificado-Ressuscitado, razão de nossa esperança e certeza de nossa vitória sobre tudo que nos aflige.

“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28,20)

Enche-nos de esperançosa alegria constatar o esforço de nossas comunidades e inúmeras pessoas de boa vontade em testemunhar o Evangelho de Jesus Cristo, comprometidas com a vivência do amor, a prática da justiça e o serviço aos que mais necessitam. São incontáveis os sinais do Reino de Deus entre nós a partir da ação solidária e fraterna, muitas vezes anônima, dos que consomem sua vida na transformação da sociedade e na construção da civilização do amor. Por essa razão, a esperança e a alegria, frutos da ressurreição de Cristo, hão de ser a identidade de todos os cristãos. Afinal, quando deixamos que o Senhor nos tire de nossa comodidade e mude a nossa vida, podemos cumprir o que ordena São Paulo: ‘Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo o digo: alegrai-vos!’ (Fl 4,4) (cf. Papa Francisco, Exortação Apostólica Gaudete et Exultate, 122).

“No mundo tereis aflições, mas tende coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33).

Longe de nos alienar, a alegria e a esperança pascais abrem nossos olhos para enxergarmos, com o olhar do Ressuscitado, os sinais de morte que ameaçam os filhos e filhas de Deus, especialmente, os mais vulneráveis. Estas situações são um apelo a que não nos conformemos com este mundo, mas o transformemos (cf. Rm 12,2), empenhando nossas forças na superação do que se opõe ao Reino de justiça e de paz inaugurado por Jesus.

A crise ética, política, econômica e cultural tem se aprofundado cada vez mais no Brasil. A opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres, conforme já lembrava o Papa João Paulo II na Conferência de Puebla (1979). Nesse contexto e inspirados na Campanha da Fraternidade deste ano, urge reafirmar a necessidade de políticas públicas que assegurem a participação, a cidadania e o bem comum. Cuidado especial merece a educação, gravemente ameaçada com corte de verbas, retirada de disciplinas necessárias à formação humana e desconsideração da importância das pesquisas.

A corrupção, classificada pelo Papa Francisco como um “câncer social” profundamente radicada em inúmeras estruturas do país, é uma das causas da pobreza e da exclusão social na medida em que desvia recursos que poderiam se destinar ao investimento na educação, na saúde e na assistência social, caminho de superação da atual crise. A eficácia do combate à corrupção passa também por uma mudança de mentalidade que leve a pessoa compreender que seu valor não está no ter, mas no ser e que sua vida se mede não por sua capacidade de consumir, mas de partilhar.

O crescente desemprego, outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. O desenvolvimento que se busca tem, no trabalho digno, um caminho seguro desde que se respeite a primazia da pessoa sobre o mercado e do trabalho sobre o capital, como ensina a Doutrina Social da Igreja. Assim, “a dignidade de cada pessoa humana e o bem comum são questões que deveriam estruturar toda a política econômica, mas às vezes parecem somente apêndices adicionados de fora para completar um discurso político sem perspectivas nem programas de verdadeiro desenvolvimento integral” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 203).

A violência também atinge níveis insuportáveis. Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana. O verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas.

Precisamos ser uma nação de irmãos e irmãs, eliminando qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Somos responsáveis uns pelos outros. Assim, quando os povos originários não são respeitados em seus direitos e costumes, neles o Cristo é desrespeitado: “Todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer” (Mt 25,45). É grave a ameaça aos direitos dos povos indígenas assegurados na Constituição de 1988. O poder político e econômico não pode se sobrepor a esses direitos sob o risco de violação da Constituição.

A mercantilização das terras indígenas e quilombolas nasce do desejo desenfreado de quem ambiciona acumular riquezas. Nesse contexto, tanto as atividades mineradoras e madeireiras quanto o agronegócio precisam rever seus conceitos de progresso, crescimento e desenvolvimento. Uma economia que coloca o lucro acima da pessoa, que produz exclusão e desigualdade social, é uma economia que mata, como nos alerta o Papa Francisco (EG 53). São emblemático exemplo disso os crimes ocorridos em Mariana e Brumadinho com o rompimento das barragens de rejeitos de minérios.

As necessárias reformas política, tributária e da previdência só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres, “juízes da vida democrática de uma nação” (Exigências éticas da ordem democrática, CNBB – n. 72). Nenhuma reforma será eticamente aceitável se lesar os mais pobres. Daí a importância de se constituírem em autênticas sentinelas do povo as Igrejas, os movimentos sociais, as organizações populares e demais instituições e grupos comprometidos com a defesa dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito. Instâncias que possibilitam o exercício da democracia participativa como os Conselhos paritários devem ser incentivadas e valorizadas e não extintas como estabelece o decreto 9.759/2019.

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça” (Mt 6,33)

O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor. Queremos uma sociedade cujo desenvolvimento promova a democracia, preze conjuntamente a liberdade e a igualdade, respeite as diferenças, incentive a participação dos jovens, valorize os idosos, ame e sirva os pobres e excluídos, acolha os migrantes, promova e defenda a vida em todas as suas formas e expressões, incluído o respeito à natureza, na perspectiva de uma ecologia humana e integral.

As novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que aprovamos nesta 57ª Assembleia da CNBB, e o Sínodo para a Pan-Amazônia, a se realizar em Roma, em outubro deste ano, ajudem no compromisso que todos temos com a construção de uma sociedade desenvolvida, justa e fraterna. Lembramos que “o desenvolvimento tem necessidade de cristãos com os braços levantados para Deus em atitude de oração, cristãos movidos pela consciência de que o amor cheio de verdade – caritas in veritate -, do qual procede o desenvolvimento autêntico, não o produzimos nós, mas nos é dado” (Bento XVI, Caritas in veritate, 79). O caminho é longo e exigente, contudo, não nos esqueçamos de que “Deus nos dá a força de lutar e sofrer por amor do bem comum, porque Ele é o nosso Tudo, a nossa esperança maior” (Bento XVI, Caritas in veritate, 78).

A Virgem Maria, mãe do Ressuscitado, nos alcance a perseverança no caminho do amor, da justiça e da paz.

Aparecida-SP,  7 de maio de 2019.

Grupo Fé e Política promove ato em defesa dos ribeirinhos da barragem da Ingazeira

Na manhã desta sexta (26) aconteceu na Ingazeira um ato promovido pelo grupo Fé e Política Dom Francisco, da diocese de Afogados da Ingazeira, em defesa das pessoas que foram atingidas (prejudicadas) com a construção da barragem de Cachoeirinha, zona rural do município.

Primeiramente, uma missa foi celebrada, às 06h30, na comunidade de Nossa Senhora Aparecida, presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol, que contou com a participação de vários padres da diocese.

Após a missa, foi servido um café e, em seguida, teve início a caminhada rumo a barragem. Uma cruz foi conduzida para ser fixada nas proximidades do paredão da barragem, simbolizando a luta em defesa das pessoas que tiveram suas terras invadidas pelas águas. Durante o percurso, ocorreram algumas paradas para um momento de oração e reflexão.

Dom Egidio explicou a causa que levou o grupo Fé e Política realizarem o ato. “Estamos aqui hoje para prestarmos nossa solidariedade às famílias que estão vivendo em situações complicadas, difíceis, por causa de falta de políticas públicas, já que estamos no tema da Campanha da Fraternidade, quer dizer, por falta de cuidados de quem deveria tê-los para que, a riqueza da água que todos nós desejamos não traga dificuldades grandes para os nossos irmãos”, disse durante a missa.

O bispo também citou que, aquele não era o primeiro momento em que acontecia um ato em defesa dos ribeirinhos da barragem. “Queremos nesse dia, conhecer um pouco mais, um pouco melhor, a situação aqui nessa área da barragem da Ingazeira. Não é o primeiro momento esse, já houve quatro audiências públicas para debater esse assunto e nós vamos hoje rezar, pedindo a Deus também que a gente sinta a Sua presença ao nosso lado, Ele que quer a vida plena para todos”, concluiu o bispo.

Dom Egidio preside Missa dos Santos Óleos na Catedral diocesana

Na noite desta quarta (17) aconteceu na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira, a Missa dos Santos Óleos (Missa do Crisma) presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol. Foram abençoados os óleos dos Enfermos, dos Catecúmenos e do Crisma. Também, foram renovados os votos sacerdotais de todo o clero diocesano e foram instituídos acólitos, os futuros diáconos transitórios, Alison Maciel e Adenildo da Silva.
Todos os padres estiveram presentes, com exceção dos que se encontram em missão em outras dioceses (Aderlan e Mairton), outros viajando (Hélio e Evandro), e dois com problemas de saúde (Pedro Alexandre e Afonso). Caravanas de várias paróquias também se fizeram presentes.
Dom Egidio explicou a importância e o significado da Missa do Crisma. “A Missa do Crisma é ocasião importante para novamente experimentar-mos e celebrar-mos o dom da unidade dentro de nossa Igreja Diocesana que não se limita ao Pajeú, a unidade da Igreja, vai além das fronteiras da diocese”, disse dom Egidio, referindo-se ao perfume utilizados para confeccionar o Santo Crisma vindos da diocese de Roraima e as hóstias que foram consagradas durante a celebração foram obras das mãos das Irmãs do Mosteiro De La Vega, na República Dominicana, o qual o Mosteiro São José, em Triunfo, está filiado.

Com a Missa das Cinzas, dom Egidio abre o período quaresmal na diocese

Na manhã desta Quarta-Feira de Cinzas, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, o bispo diocesano, dom Egidio Bisol, abriu a Quaresma na diocese de Afogados da Ingazeira.
 
Dom Egidio explicou qual o sentido do período quaresmal, período de conversão, em que esse tempo cuja finalidade é para nos fortalecer. “A Quaresma é para nos ajudar a dar brilho na nossa vida, por isso é um momento muito importante e bonito para que a gente possa enfrentar a tentação que é uma coisa constante. A gente vive o dia tentado de não fazer aquilo que Deus nos pede, de não fazer a vontade D’Ele, mas de fazer o que a gente quer”, disse.
 
À noite, às 18h, aconteceu a abertura da Campanha da Fraternidade na Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios com a Santa Missa e distribuição das cinzas.

Realizada a VI Romaria Diocesana dos Coroinhas

No dia 27 de Janeiro de 2019 aconteceu mais uma Romaria Diocesana dos Coroinhas, chegando a sua 6°edição. Desta vez, quem sediou o evento foi a Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados da Ingazeira.
 
A programação iniciou com a concentração e acolhida e café na Paróquia  São Francisco de Assis, por volta das 07h. Com a participação de 16 paróquias da nossa Diocese e mais uma vinda da Diocese de Floresta, Paróquia de São Lázaro, em Betânia, nos cálculos da organização, chegamos a aproximadamente  320 coroinhas.
 
Na ocasião também foram admitidos entre os candidatos as ordens sacras, três seminaristas da teologia: Gutembergue Lacerda (2° ano), Vinicius Verás (2° ano) e Osmar Freitas (3°ano). Um fato marcante para a caminhada vocacional destes jovens, que dão mais um passo importante.
 
A comissão organizadora da 6°Romaria Diocesana de coroinhas, agradece profundamente a extensa colaboração e empenho das paróquias de Afogados da Ingazeira na pessoa dos Párocos Pe.Gilvan e Pe.Orlando, e de modo especial aos grupos de coroinhas, aos anjos do EJC, ao ECC e Amigos da Fé. O sucesso de mais uma romaria deve-se ao empenho de todos vocês!

Dom Egidio anuncia transferências no clero dioceseno

O bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, anunciou na sexta (23 de novembro) as nomeações e transferências que acontecerão na diocese em 2019. O anúncio aconteceu durante o encontro para atualização do clero que aconteceu durante toda a semana no Centro de Formação Pastoral Stella Maris, em Triunfo.

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES – SOLIDÃO – PE

Padre atual:  Pe. Genildo Herculano da Silva (Falecido)
Padre sucessor:
(Pe. Adilton Guedes de Carvalho até segunda ordem ficará a cargo da paróquia como administrador paroquial)

SEMINÁRIO SÃO JUDAS TADEU – AFOGADOS DA INGAZEIRA – PE
Padre atual: Pe Juacir Delmiro dos Santos (Reitor)
Ficará a cargo do bispo Dom Egídio Bisol

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO – FLORES – PE  
Padre atual: Mons. João Carlos Acioly Paz (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Adilton Guedes de Carvalho - Estava na Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios, em Tabira.
(Posse canônica dia 26 de janeiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – TUPARETAMA – PE
Padre atual: Pe. José Ailton da Costa Silva (Pároco)
Padre sucessor: Mons. João Carlos Acioly Paz - Estava na Paróquia da Imaculada Conceição, em Flores.
(Posse canônica dia 3 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS – TABIRA – PE
Padre atual: Pe. Adilton Guedes de Carvalho (Pároco)
Padre sucessor: Pe. José Cícero Alves de Lima - Estava na Paróquia de São Sebastião, em Brejinho.
(Posse canônica dia 23 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO -  BREJINHO – PE  
Padre atual: Pe. José Cícero Alves de Lima (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Juacir Delmiro dos Santos - Estava como reitor do Seminário em Afogados da Ingazeira.
(Posse canônica dia 8 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ – SÃO JOSÉ DO EGITO – PE
Padre atual: Pe. Hélio Cláudio da Silva Lima (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Wellington Luíz Jacinto da Silva - Estava como vigário paroquial em Flores.
(Posse canônica dia 22 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DAS DORES – SÃO JOSÉ DO BELMONTE – PE
Padre atual: Pe. Antônio de Lisboa de Andrade (Pároco)
Padre sucessor: Pe. José Ailton da Costa Silva - Estava na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama.
(Posse canônica dia 9 de março de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO JUDAS TADEU – SÃO JOSÉ DO EGITO – PE
Padre atual: Pe. Jorge Dias de Siqueira (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Clodoaldo Fernando Alves de Carvalho - Estava na Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios, em Tabira.
(Posse canônica dia 10 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO – QUIXABA – PE  
Padre atual: Pe. Evandro Oliveira de Lima (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Adhemar Lucena de Almeida - Estava na Paróquia de São Pedro, em Itapetim.
(Posse canônica dia 16 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO PEDRO - ITAPETIM
Padre atual: Pe. Adhelmar Lucena de Almeida (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Jorge Dias de Siqueira - Estava na Paróquia de São Judas, em São José do Egito.
(Posse canônica dia 2 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA PENHA – SERRA TALHADA – PE
Vigário Paroquial: Pe. André Ferreira da Cruz

PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ – SÃO JOSÉ DO BELMONTE – PE
Vigário Paroquial: Pe. Renato Pereira de Almeida

TEMPO SABÁTICO
Padres:

Pe. Evandro Oliveira de Lima
Pe. Antônio de Lisboa de Andrade – irá cursar DIREITO em Serra Talhada
Pe. Hélio Claúdio da Silva Lima – Irá cursar DIREITO CANÔNICO no Rio de Janeiro

Solidão e Santa Terezinha dão adeus ao padre Genildo

Duas missas de corpo presente do padre Genildo Herculano foram celebradas na quarta (14), sendo uma em Solidão, onde o padre atuava como pároco e a outra em sua cidade natal, Santa Terezinha.

A missa em Solidão foi presidida pelo vigário geral da diocese de Afogados da Ingazeira, Monsenhor João Carlos Acioly Paz e, a de Santa Terezinha, presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol.

Quase todo o clero da diocese se fez presente nas duas celebrações em que a emoção em alguns momentos tomou de conta dos que acompanhavam.

O sepultamento do padre Genildo aconteceu na manhã desta quinta na cidade de Santa Terezinha.

Falece padre Genildo Herculano

É com pesar que a diocese de Afogados da Ingazeira, através do bispo diocesano, dom Egidio Bisol, vem comunicar o falecimento do padre Genildo Herculano da Silva, ocorrido na noite desta terça (13).

Padre Genildo esteve internado durante 21 dias na UTI do Unimed, no Recife, vítima de uma bactéria que se alojou nos pulmões. Ele foi ordenado sacerdote em dezembro de 2005 e tinha 43 anos.

Ele atualmente era o pároco da Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, em Solidão. Padre Genildo era natural de Santa Terezinha, local onde será sepultado.

André Ferreira é ordenado sacerdote pela imposição das mãos de dom Egidio Bisol

Foi ordenado sacerdote na noite da terça, 30 de outubro, o diácono André Ferreira da Cruz. A missa de ordenação aconteceu em sua cidade natal, Brejinho, e foi presidida pelo bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol.

Muitas caravanas de diversas paróquias da diocese estiveram prestigiando esse momento de graça e felicidade para a Igreja no Pajeú.

Em seu discurso, André agradeceu em forma de versos, a todos que o acompanharam e o orientaram durante a sua formação, desde o bispo dom Egidio, padres da diocese de Afogados, bem como de padres de paróquias da capital pernambucana.

Emoção marca a migração da Rádio Pajeú para a frequência 104,9 FM

Aconteceu no Cine São José o ato de migração da Rádio Pajeú para a frequência 104,9 FM, passo histórico como parte da programação dos 59 anos da emissora.
 
A programação começou com um documentário de William Tenório contando a história de todo o processo de migração.
 
Na sequência,  depoimentos de representantes da Fundação que gerencia a emissora. Nas falas do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios e do Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol foram feitos agradecimentos à Conferência Episcopal Italiana (CEI) pela doação que colaborou para o processo de migração.
 
O Monsenhor João Acioly lembrou também de todos que historicamente colaboraram com a emissora e seu papel na região. Dom Egídio lembrou que ela “troca de roupa mas não de modo de interagir com a sociedade”.
 
O presidente da Asserpe, Cléo Niceas, destacou que o sucesso da gestão se deve ao seu modelo de gestão e de envolvimento da equipe. Ele ainda apresentou dados do poder do radrános dias de hoje. “Tenho certeza que aqui a penetração do rádio ainda é maior por conta dessa história da Rádio Pajeú”.
 
Ele ainda disse que Dom Mota já havia enxergado a rádio como multimídia, ao pensar nela e adquirir um cinema.
 
O jornalista e mestre em comunicação pela UFRPE, Elano Lorenzato entregou sua Dissertação “Rádio e convergência midiática no Sertão do Pajeú”, trabalho teve como base a Rádio Pajeú, seu papel histórico e sua interação com as novas mídias.
 
Elano ficou por dias em Afogados da Ingazeira para produzir esse rico material em 2017. Também entregou um livro que teve sua participação sobre a migração do Rádio AM para FM no Estado.
 
Padre Josenildo Nunes que Oliveira, Gerente Administrativo Adjunto da Fundação e Pároco de Serra Talhada também falou sobre a importância da migração e da Rádio Pajeú.
 
“Nós que fazemos hoje esta emissora, nos comprometemos com os valores culturais que edificam a pessoa humana, com a verdade anunciada pela palavra de Deus, com a veracidade dos fatos sem parcialidade e com a prestação de serviço a comunidade. Nossa querida Pajeú continuará sendo um dos maiores patrimônios imaterial de nossa gente”, disse.
 
“Quando me perguntam como será a Rádio Pajeú na frequência 104,9 FM, digo que ela será mais forte para ajudar os mais fracos, vai mais distante para atender aos que estão longe de políticas sociais justas, terá maior cobertura para também cobrir os sem teto humanitário nas diversas necessidades fundamentais”, disse o Gerente Administrativo Nivaldo Galindo, o Nill Júnior.
 
O momento de maior emoção veio quando houve a contagem regressiva. Em outro vídeo assinado por William Tenório, uma linha do tempo foi criada entre o nascimento da emissora, em 4 de outubro de 1959, com direito a Luzes da Ribalta, primeira música a tocar na emissora e imagens históricas. Na contagem de dez a um, pessoas que participam da vida da emissora, para em seguida ir ao ar o novo prefixo em FM, quando houve uma grande salva de palmas e show pirotécnico.
 
Fechando a programação,  houve um belo show com Irah Caldeira. Ela esteve acompanhada de músicos como o sanfoneiro Luizinho, natural da região do Pajeú. Ainda teve canja dos padres Luizinho e Josenildo.
 
Falando em Pajeú, boa parte dos profissionais envolvidos no processo de migração e do evento da noite foram “Made in Sertão”.
 
A coordenação técnica da migração foi de Paulo André de Souza. As vinhetas da nova grade foram produzidas por Neto Costa, radicado em Afogados, do Áudio Store. Os vídeos da solenidade, produzidos por William Tenório. A iluminação cênica, da WN Empreendimentos, de Wagner Nascimento.
 
Houve ainda menções à parceria com a Speeding, de Renilson Teotônio, com o início do serviço de internet por fibra ótica na cidade e com a Hidroeletro, de Simplício Sá, que doou cabos para transmissão de rede no novo pátio.
 
Presentes o prefeito do município e Presidente da AMUPE, José Patriota, o vice prefeito Alessandro Palmeira, os vereadores Raimundo Lima, Luiz Gonzaga e Augusto Martins, padres da Diocese, representantes de emissoras de cidades como Salgueiro, Serra Talhada, Ingazeira e São José do Egito.
 
Por Nill Junior

Stella Maris: Diocese apresenta histórico e melhorias do Centro de Formação Pastoral, em Triunfo

 
 
DIOCESE DE AFOGADOS DA INGAZEIRA
Cúria Diocesana
 
 
 
Rua Dr. Roberto Nogueira Lima, 366 — Centro 56800-000 Afogados da Ingazeira - PE / Brasil
Fone/Fax: (87) 3838-1582 Email.: diocesedopajeu&hotmail.com
 
 
 
 
Afogados da Ingazeira, 01 de setembro de 2018.
 
 
Caros diocesanos,
A paz do Senhor!
 
Diante de notícias veiculadas recentemente e que considero, no mínimo, parciais, desejo apresentar algumas informações objetivas a respeito do “CENTRO PASTORAL DIOCESANO STELLA MARIS” em Triunfo.
 
1. UM POUCO DE HISTÓRIA
 
No ano de 1944, a Diocese de Pesqueira doou o Sítio Horta, em Triunfo, à Sociedade Franciscana Maristella para a construção de um “estabelecimento de educação para meninas e moças”. A cláusula segunda da doação dizia: “Se a Donatária, voluntariamente, abandonar o imóvel doado ou suprimir o estabelecimento educacional a que se refere a cláusula anterior, a presente doação ficará sem efeito algum, revertendo de pleno direito e sem indenização alguma, à outorgante doadora, o aludido imóvel com todas as suas benfeitorias e edificações que a donatária tiver feito”.
 
A Sociedade Franciscana Maristella foi, aos poucos, construindo no Siítio Horta um prédio majestoso e se dedicou por muitas décadas, com competência e generosidade, à educação de moças da nossa região, inclusive em regime de internato. Por serviço tão relevante, nossa Diocese sempre foi muito grata às Irmãs que se sucederam ao longo dos anos na administração da Escola Stella Maris.
 
Em 08 de agosto de 2005 a Associação Franciscana Maristella do Brasil, resolveu encerrar as atividades da Escola Stella Maris, em Triunfo - PE. Consequentemente, o Conselho Provincial das Franciscanas de Maristella, cumprindo a cláusula segunda da doação, devolveu à Diocese de Afogados da Ingazeira o referido imóvel.
 
 
2. O CENTRO PASTORAL DIOCESANO STELLA MARIS
 
A partir dessa data, a propriedade e a responsabilidade sobre o “Stella Maris” passou à Diocese de Afogados da Ingazeira, que resolveu transformar o imóvel em Centro Pastoral Diocesano, visto que não dispunha ainda de um espaço conveniente para tal finalidade. Foi preservada, de forma coerente, a finalidade educativa para a qual tinha sido adquirido e doado, na década de 40, o Sítio Horta em Triunfo. Dentro dessa perspectiva foram definidas as novas finalidades do imóvel:
 
- Acolher os encontros pastorais (reuniões, assembleias, retiros, dias de convivência e descanso etc ...) de nossa diocese e de outras que o desejarem;
 
- De acordo com a preocupação com a formação integral da pessoa, oferecer o espaço para atividades educativas e culturais de outros grupos e associações de promoção humana, num diálogo fecundo com outras instancia da sociedade, de modo particular sindicatos e ONGs;
 
- Parte do prédio seria alugada à Prefeitura Municipal de Triunfo, para o funcionamento de uma escola ou outras atividades compatíveis com a finalidade do Stella Maris;
 
- Em último lugar, e dependendo da disponibilidade de espaço, poderia acolher pessoas e grupos que desejassem passar um tempo de descanso e lazer, num lugar acolhedor e tranquilo perto do centro da cidade.
 
3. A REFORMA DO CENTRO PASTORAL DIOCESANO STELLA MARIS
 
A mudança de finalidade - de Escola para Centro Pastoral — exigia também modificações na estrutura “física” do prédio. Bem sabendo que, do pondo de vista afetivo, qualquer detalhe era muito importante para quem viveu nesse ambiente, optamos por criar um espaço vivo e funcional à nova finalidade. À partir de tal convicção, a Diocese preparou um cronograma de intervenções, que vem realizando de forma compatível com as próprias forças.
 
Elencamos aqui as intervenções mais significativas até agora realizadas:
 
Fachada:
Conservação da fachada - reforma da recepção no térreo - no 1º andar, reforma dos quartinhos e construção de 4 banheiros.
 
Pátio da Capela:
Manutenção da capela - no térreo: construção da lavanderia e rouparia, - reforma do espaço para funcionários; no 1º andar: reforma dos quartinhos e construção de 6 banheiros
 
Anexo à direita da Capela: '
Recuperação do telhado e colocação do forro em PVC - nova instalação geral hidráulica e elétrica - adaptação de um espaço, atrás do anexo, para estacionamento.
 
No térreo: reforma de duas salas para pequenos encontros, com 2 banheiros - construção da escada de acesso ao 1º andar - no 1º andar: construção de 14 apartamentos
 
Ala direita do pátio interno:
Recuperação completa do telhado - forro geral em PVC - nova instalação elétrica e hidráulica. Redistribuição do espaço: no térreo: reforma dos refeitórios - construção de um bloco de banheiros: 5 masculinos e 5 femininos - reforma da escada de acesso ao 1º andar.
 
No 1º andar: construção de um auditório para 100 cadeiras - duas salas para atividades de grupos - secretaria da Escola de Formação Pastoral - depósito de materiais e equipamentos — construção de 17 apartamentos.
 
Ala esquerda do pátio interno:
Recuperação do telhado - retirada do forro em brasilit - recuperação do salão da frente no 1º andar Bloco do auditório:
Recuperação do auditório - retirada do telhado com coberta de brasilit
 
Atualmente: estamos trabalhando na substituição do telhado acima do auditório com tesouras em madeira e telhas de barro e seguiremos com a recuperação das salas no 1º andar na ala esquerda. Os trabalhos de reforma nunca pararam nesses 13 anos e irão continuar, de acordo com a necessidade e a disponibilidade financeira da diocese, pois um prédio da segunda metade do século passado exige manutenção constante.
 
Prevemos, inclusive, abrir um portão na parte traseira do imóvel (para isso a diocese já adquiriu um lote de terra) para favorecer o acesso ao Centro Pastoral Diocesano sem passar pelo centro da cidade, sobretudo nos dias de feira.
 
 
4. UTILIZAÇÃO DO CENTRO PASTORAL DIOCESANO STELLA MARIS
 
Entendemos que o Centro Pastoral Stella Maris deve ser um espaço vivo, promotor de muitas atividades religiosas, educativas, pastorais, lúdicas.
 
Em forma permanente, continua funcionando uma Escola Municipal, na ala esquerda. A partir deste ano, ao lado do pátio da capela reside um padre e alguns jovens da Fraternidade “Santa Maria dos Anjos”.
A casa continua acolhendo nossas atividades pastorais, podendo hospedar até 100 pessoas, nas assembleias diocesanas e outros eventos de maior porte.
 
Só a título de exemplo, no primeiro semestre de 2018 foram realizados encontros da Legião de Maria, dos Ministérios de Música na diocese, da Pastoral da Criança, da Pastoral da Pessoa Idosa, dos Zeladores da OVS, dos Animadores da Campanha da Fraternidade, o Seminário Regional de Fé e Cidadania, o Retiro dos Padres, o Retiro dos Seminaristas, o Retiro das Ofíicinas de Oração e Vida, o Curso de Formação Pastoral, a Assembleia Diocesana de Pastoral, o Retiro do Clero de Salgueiro, entre outros...
 
Alguns encontros pastorais, ou outros eventos, em nível regional, realizados no Stella Maris, trazem para Triunfo pessoas de outros estados, tornando-se assim uma “propaganda” para a cidade e, inclusive, com um benefício econômico para o lugar. Aliás, o Centro Pastoral Stella Maris é um dos lugares que os turistas não deixam de visitar.
 
Todas as pessoas de fora que passam pelo Centro Pastoral Diocesano manifestam sua satisfação pelo ambiente simples, acolhedor, tranquilo, natural, restaurador. Quando percebem alguma falha, colaboram conversando com os responsáveis da casa, com muito respeito, responsabilidade e boa educação. Frequentemente voltam.
 
 
5. CONCLUSÃO
 
Pensamos que o exposto seja suficiente para mostrar a todos os diocesanos que em momento algum o prédio do Stella Maris ficou abandonado ou em ruína. A Diocese continuará zelando pelo seu patrimônio para que continue sendo espaço e instrumento de evangelização no Pajeú, dentro de sua finalidade como Centro Pastoral Diocesano.
 
Em clima de atenção a todos os diocesanos, pedimos a Maria, “Estrela do Mar” e da Nova Evangelização, Mãe de Deus e nossa, que possamos continuar testemunhando entre nós fraternidade e respeito às instituições e às pessoas, tendo consciência de que estas últimas — as pessoas — são o mais importante.
 
Fraternalmente,
 
 
Dom Egidio Bisol
Bispo diocesano