NOTÍCIAS DA DIOCESE

Inaugurado Mosteiro Carmelita São José, em Triunfo

Foi inaugurado na tarde desta segunda, 16 de julho, na cidade de Triunfo/PE (Diocese de Afogados da Ingazeira) o Mosteiro Carmelita São José, ainda dentro das comemorações dos 60 anos da Diocese. A construção levou em torno de um ano e meio para ficar concluída contou com a colaboração das 24 paróquias da diocese, grupos, pastorais, leigos e leigas.

Estiveram participando desse momento histórico para a diocese, o bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, o bispo da diocese de Cajazeiras-PB, dom Francisco de Sales e o Arcebispo de Maceió, dom Antônio Muniz Fernandes.

Dom Egidio ressaltou o importante momento da entrega do mosteiro ao diocesanos. “Celebrando a festa de Nossa Senhora do Carmo, estamos invocando a benção de Deus sobre o Mosteiro Carmelita São José que acabamos de inaugurar. Graças à ajuda de Deus e a colaboração de muitas pessoas, grupos, comunidades e paróquias, conseguimos realizar num espaço de tempo não longo, uma obra bem significativa que é com certeza um grande sinal da nossa fé e da nossa unidade corresponsável. Deus seja louvado. Nosso muito obrigado a todos os que colaboraram”, concluiu dom Egidio.

CNBB divulga nota sobre o momento nacional

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se solidariza com os caminhoneiros, trabalhadores e trabalhadoras, em manifestação em todo território nacional, em nota divulgada nesta quarta-feira, 30 de maio. Preocupada com as duras consequências que sempre recaem sobre os mais pobres, no texto a entidade conclama toda a sociedade para o diálogo e para a não violência. “Reconhecemos a importância da profissão e da atividade dos caminhoneiros”, pontua.
 
Confira, abaixo, a nota na íntegra:
 
NOTA DA CNBB SOBRE O MOMENTO NACIONAL
“Jesus entrou e pôs-se no meio deles e disse: A paz esteja convosco”(Jo 20,19)
 
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, solidária com os caminhoneiros, trabalhadores e trabalhadoras, em manifestações em todo território nacional, e preocupada com as duras consequências que sempre recaem sobre os mais pobres, conclama toda a sociedade para o diálogo e para a não violência. Reconhecemos a importância da profissão e da atividade dos caminhoneiros.
 
A crise é grave e pede soluções justas. Contudo, “qualquer solução que atenda à lógica do mercado e aos interesses partidários antes que às necessidades do povo, especialmente dos mais pobres, nega a ética e se desvia do caminho da justiça” (CNBB, 10/03/2016). Nenhuma solução que se utilize da violência ou prejudique a democracia pode ser admitida como saída para a crise.
 
Não é justo submeter o Estado ao mercado. Quando é o mercado que governa, o Estado torna-se fraco e acaba submetido a uma perversa lógica financista. “O dinheiro é para servir e não para governar” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 58). 
 
É necessário cultivar o diálogo que exige humilde escuta recíproca e decidido respeito ao Estado democrático de direito, para o atendimento, na justa medida, das reivindicações.
 
As eleições se aproximam. É preciso assegurar que sejam realizadas de acordo com os princípios democráticos e éticos, para restabelecer nossa confiança e nossa esperança. Propostas que desrespeitam a liberdade e o estado de direito não conduzem ao bem comum, mas à violência.
 
Celebramos a Solenidade do Corpus Christi, fonte de unidade e de paz. Quem participa da Eucaristia não pode deixar de ser artífice da unidade e da paz. O Pão da unidade nos cure da ambição de prevalecer sobre os outros, da ganância de entesourar para nós mesmos, de fomentar discórdias e disseminar críticas; que desperte a alegria de nos amarmos sem rivalidades, nem invejas, nem murmurações maldizentes (cf. Papa Francisco, Festa do Corpus Christi, 2017). O Pão da Vida nos motive a cultivar o perdão, a desenvolver a capacidade de diálogo e nos anime a imitar Jesus Cristo, que veio para servir, não para ser servido.
 
Conclamamos, por fim, todos à oração e ao compromisso na busca de um Brasil solidário, pacífico, justo e fraterno. A paz é um dom de Deus, mas é também fruto de nosso trabalho.
 
Nossa Senhora Aparecida interceda por todos!
 
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília (DF)
Presidente da CNBB
 
Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador (BA)
Vice-Presidente da CNBB  
 
Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília (DF)
Secretário-Geral da CNBB

Diocese realiza a 10ª Assembleia Diocesana de Pastoral

Aconteceu no último final de semana de abril  (27 a 29), no Centro Pastoral Diocesano Stella Maris na cidade de Triunfo, a 10ª Assembleia Diocesana de Pastoral da Diocese de Afogados da Ingazeira.

Com o tema “Tornar-se Cristão” a Assembleia teve como objetivos aprofundar o tema da “Iniciação à vida cristã” a partir do Documento 107 da CNBB e avaliar a primeira experiência de “Catequese de estilo catecumenal” realizada em nossa Diocese.

Contou com as presenças do bispo diocesano Dom Egídio Bisol, sacerdotes, diáconos, seminaristas, religiosos, religiosas, representantes de pastorais, grupos e movimentos de todas as paróquias da Diocese, totalizando um número de 170 participantes. O assessor foi o Padre Elison Silva da Arquidiocese de Maceió.

Durante o encontro foram definidos alguns compromissos a serem trabalhados nos próximos anos, em nível diocesano, zonal e paroquial, visando continuar o aprofundamento sobre a Iniciação a Vida Cristã. 

Bispos reunidos em sua 56ª Assembleia Geral enviam mensagem ao povo de Deus

O cardeal Sergio da Rocha, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) falou aos jornalistas reunidos na Coletiva de Imprensa da 56ª Assembleia Geral da entidade, na tarde do dia 19 de abril, e pediu a dom Murilo Krieger, vice-presidente que lesse a mensagem da conferência ao povo de Deus. O documento registra a comunhão do episcopado brasileiro com o papa Francisco e destaca a necessidade de promover o diálogo respeitoso para estimular a comunhão na fé em tempo de politização e polarizações nas redes sociais. A mensagem retoma a natureza e a missão da entidade na sociedade brasileira. Confira, na sequência, a íntegra do documento que será enviado à todas as 277 circunscrições eclesiásticas do Brasil, incluindo arquidioceses, dioceses, prelazias, entre outras.

Leia a Mensagem:

MENSAGEM DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL AO POVO DE DEUS

O que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo (1Jo 1,3)

Em comunhão com o Papa Francisco, nós, Bispos membros da CNBB, reunidos na 56ª Assembleia Geral, em Aparecida – SP, agradecemos a Deus pelos 65 anos da CNBB, dom de Deus para a Igreja e para a sociedade brasileira. Convidamos os membros de nossas comunidades e todas as pessoas de boa vontade a se associarem à reflexão que fazemos sobre nossa missão e assumirem conosco o compromisso de percorrer este caminho de comunhão e serviço.

Vivemos um tempo de politização e polarizações que geram polêmicas pelas redes sociais e atingem a CNBB. Queremos promover o diálogo respeitoso, que estimule e faça crescer a nossa comunhão na fé, pois, só permanecendo unidos em Cristo podemos experimentar a alegria de ser discípulos missionários.

A Igreja fundada por Cristo é mistério de comunhão: “povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (São Cipriano). Como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela (cf. Ef 5,25), assim devemos amá-la e por ela nos doar. Por isso, não é possível compreender a Igreja simplesmente a partir de categorias sociológicas, políticas e ideológicas, pois ela é, na história, o povo de Deus, o corpo de Cristo, e o templo do Espírito Santo.

Nós, Bispos da Igreja Católica, sucessores dos Apóstolos, estamos unidos entre nós por uma fraternidade sacramental e em comunhão com o sucessor de Pedro; isso nos constitui um colégio a serviço da Igreja (cf. Christus Dominus, 3). O nosso afeto colegial se concretiza também nas Conferências Episcopais, expressão da catolicidade e unidade da Igreja. O Concílio Vaticano II, na Lumen Gentium, 23, atribui o surgimento das Conferências à Divina Providência e, no decreto Christus Dominus, 37, determina que sejam estabelecidas em todos os países em que está presente a Igreja.

Em sua missão evangelizadora, a CNBB vem servindo à sociedade brasileira, pautando sua atuação pelo Evangelho e pelo Magistério, particularmente pela Doutrina Social da Igreja. “A fé age pela caridade” (Gl 5,6); por isso, a Igreja, a partir de Jesus Cristo, que revela o mistério do homem, promove o humanismo integral e solidário em defesa da vida, desde a concepção até o fim natural. Igualmente, a opção preferencial pelos pobres é uma marca distintiva da história desta Conferência. O Papa Bento XVI afirmou que “a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para enriquecer-nos com a sua pobreza”. É a partir de Jesus Cristo que a Igreja se dedica aos pobres e marginalizados, pois neles ela toca a própria carne sofredora de Cristo, como exorta o Papa Francisco.

A CNBB não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político. As ideologias levam a dois erros nocivos: por um lado, transformar o cristianismo numa espécie de ONG, sem levar em conta a graça e a união interior com Cristo; por outro, viver entregue ao intimismo, suspeitando do compromisso social dos outros e considerando-o superficial e mundano (cf. Gaudete et Exsultate, n. 100-101).

Ao assumir posicionamentos pastorais em questões sociais, econômicas e políticas, a CNBB o faz por exigência do Evangelho. A Igreja reivindica sempre a liberdade, a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76). Isso nos compromete profeticamente. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada. Se, por este motivo, formos perseguidos, nos configuraremos a Jesus Cristo, vivendo a bem-aventurança da perseguição (Mt 5,11).

A Conferência Episcopal, como instituição colegiada, não pode ser responsabilizada por palavras ou ações isoladas que não estejam em sintonia com a fé da Igreja, sua liturgia e doutrina social, mesmo quando realizadas por eclesiásticos.

Neste Ano Nacional do Laicato, conclamamos todos os fiéis a viverem a integralidade da fé, na comunhão eclesial, construindo uma sociedade impregnada dos valores do Reino de Deus. Para isso, a liberdade de expressão e o diálogo responsável são indispensáveis. Devem, porém, ser pautados pela verdade, fortaleza, prudência, reverência e amor “para com aqueles que, em razão do seu cargo, representam a pessoa de Cristo” (LG 37). “Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor” (Papa Francisco, Mensagem para o 52º dia Mundial das Comunicações de 2018).

Deste Santuário de Nossa Senhora Aparecida, invocamos, por sua materna intercessão, abundantes bênçãos divinas sobre todos.

Aparecida-SP, 19 de abril de 2018.

 

Cardeal Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília – DF

Presidente da CNBB

 

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ

Arcebispo São Salvador da Bahia

Vice-Presidente da CNBB

Missa do Crisma foi celebrada na Paróquia de São João Batista, em Mirandiba


 
Na tarde desta quarta-feira, 28 de março, aconteceu na Paróquia de São João Batista, em Mirandiba, a Missa dos Santos Óleos, presidida pelo bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, e que contou com a participação de todo o clero da diocese.
 
Como vem acontecendo ao longo dos anos, a Missa dos Santos Óleos vem sendo realizada não de uma forma fixa (na Catedral), mas a cada ano em uma paróquia diferente. Esse ano, como a Paróquia de Mirandiba completa 50 anos, foi decidido que a Missa do Crisma (Santos Óleos) seria realizada naquela cidade. Foram abençoados os óleos dos Enfermos, dos Catecúmenos e do Crisma. Também, foram renovados os votos sacerdotais de todo o clero diocesano.
 
 
Dom Egidio  disse que, a Missa do Crisma, é ocasião para contemplarmos mais uma vez o Cristo, o Ungido, que nos faz participantes de sua vida e missão e, que, ao mesmo tempo, a Missa do Crisma é oportunidade ímpar para celebrarmos nossa condição de “ungidos”  de “Cristo” como Ele, e reavivar a consciência de nossa missão junto com Ele.
 
Na reflexão, o bispo realçou duas realidades: Cristãos leigos ungidos e Cristãos presbíteros ungidos. Sobre os cristãos presbíteros ungidos, dom Egidio falou da importância daquele momento para os mesmos. “A liturgia de hoje é também uma rica manifestação de comunhão dos presbíteros com o próprio bispo no único e mesmo sacerdócio e ministério de Cristo, nela, os presbíteros renovam seus compromissos assumidos no dia da ordenação. Nós presbíteros somos ungidos para que? Certamente para sermos mais parecidos com o Cristo, configurados a Ele no seu ser e na sua missão e, certamente, também, para estarmos a serviço do sacerdócio comum”, disse.
 
 
O bispo também falou das dificuldades no cotidiano dos padres, sobre a tarefa que é grande e também como superá-las. “Caros padres, desejo refletir um pouco com vocês sobre isso. Vivemos tempos difíceis também para os padres, muitas feridas expostas, muitas cobranças, muitas incompreensões, muitas inseguranças que nos fazem sofrer a todos. A tentação, às vezes, pode ser de pensar que a saída seja fechar-se no castelo das próprias seguranças e defender nossas posições, unhas e dentes. Fala-se cada vez mais frequentemente dos estresse dos padres que pode levar a ameaçar seriamente a própria vida física, psicológica, espiritual, e como enfrentar tal situação? Creio que as palavras e os sinais da celebração de hoje possam nos ajudar a reafirmar algumas convicções, algumas prioridades para podermos hoje, como presbíteros, viver não simplesmente sobrevier”, afirmou.
 
 
Concluindo, dom Egidio lembrou três convicções que precisam ser constantemente reafirmadas pelos padres: O testemunho de vida é mais importante do que as coisas fazem; Viver a comunhão no presbitério é mais importante do que deixar-se levar pelo próprio trabalho; e o serviço da oração e da palavra é mais importante do que o serviço às mesas.

Bispo de Roraima participa como pregador de retiro do clero da diocese de Afogados da Ingazeira

O bispo de Roraima, dom Mário Antônio da Silva, está visitando a diocese de Afogados da Ingazeira. Ele esteve participando (pregando) do retiro do clero diocesano que teve início no dia 05 de março e terminou na quinta (08) no Centro de Formação Pastoral Stella Maris, em Triunfo.

Dom Mário participou de atividades na cidade de Serra Talhada, estará na cidade de São José do Egito participando da Missa de Emancipação Política do Município, no sábado (10) na abertura da festa de São José, na Ingazeira e, no domingo pela manhã, participando da missa na Catedral em Afogados da Ingazeira.

Na manhã desta sexta (09) esteve juntamente com o bispo, dom Egidio Bisol, participando de entrevista na Rádio Pajeú. Dom Mário disse que é a primeira vez que esteve visitando a região do Pajeú e o estado de Pernambuco e disse que ficou encantado com a região. “É um privilégio muito grande estar aqui em Pernambuco, é a primeira vez que caminho e nessa região belíssima no Sertão do Pajeú. Nós estávamos em Triunfo, uma semana, e agora aqui em Afogados da Ingazeira. Então realmente um cenário bonito da natureza e encontrar aqui o clero com mais de 40 sacerdotes, muito amigos, empenhados e dedicados juntamente com o bispo dom Egidio, e com todos os cristãos, leigos e leigas, e a vida religiosa na evangelização do povo dessa diocese aqui desta localidade e também com essa característica missionária de nos ajudar lá em Roraima”, disse dom Mário.

Seminário Maior inicia atividades 2018

Na última segunda-feira, 05 de fevereiro, foram abertos os trabalhos do Seminário Maior São Carlos Borromeu,  da diocese de Afogados da Ingazeira, em Recife. O seminário conta com 6 seminaristas, sendo 3 que estão cursando o primeiro ano de teologia, 1 no segundo ano e 2 no quarto ano.

A partir deste ano (2018) o Seminário Maior da diocese passa a ser somente para os estudos teológicos. Os estudos de filosofia agora passam a ser executados no Seminário São Judas Tadeu em Afogados da Ingazeira.

Os trabalhos no seminário no Recife tiveram início com a celebração da Santa Missa presidida pelo reitor, Pe. Clério Airon e concelebrada pelo padre Wanderson Eduardo, que residirá no seminário onde estará estudando para aprofundar os estudos em teologia.

Seminário Propedêutico funcionará em Serra Talhada

Na terça, 06 de fevereiro, na Paróquia Nossa Senhora da Penha, em Serra Talhada, aconteceu a abertura do Seminário Propedêutico da diocese. A experiência que antes era em Afogados da Ingazeira, se muda para Serra Talhada e acolhe dois jovens: Valdenir - Santa Cruz da Baixa Verde e Matheus - Tuparetama. As 16h, o bispo dom Egidio Bisol e o Padre Josenildo Nunes, responsável pelo seminário que funcionará na Penha, se reuniram para explicar aos familiares dos dois jovens como se dá a experiência destes anos de seminário. As 19h, ocorreu a missa na Matriz, contando com as presenças das comunidades de cada um e de pessoas da comunidade local.

A mesma experiência do Propedêutico aconteceu em Serra Talhada, há 15 anos, com o padre Egidio, hoje bispo diocesano. Para ele foi um momento de recordar os anos passados de rica experiência naquela paróquia. Fruto deste seminário em 2003, hoje temos o Padre Elton Wilson (Santa Terezinha).

Realizada Assembleia 2018 das Obras das Vocações Sacerdotais

A diocese de Afogados da Ingazeira esteve realizando no domingo, 04 de fevereiro, no Centro de Formação Pastoral Stella Maris, em Triunfo, a Assembleia Diocesana 2018 das Obras das Vocações Sacerdotais (OVS). Cerca de 140 zeladores da diocese estiveram participando. 
 
Após o café, a assembleia foi iniciada com a Santa Missa presidida pelo bispo, dom Egidio Bisol. Dando início aos trabalhos, foi feita uma prestação de contas do ano de 2017, em seguida, foram divididos vários grupos onde puderam expor as experiências vivenciadas em cada paróquia, bem como apresentar uma nova proposta de atividades para os zeladores da OVS.
 
 
Dom Egidio parabenizou a todos os zeladores(as) pelo desempenho e dedicação e frisou a importância para esse serviço realizado de forma voluntária. O encontro foi encerrado com o almoço.

Diocese realiza com sucesso a 5ª Romaria Diocesana dos Coroinhas

No domingo, 28 de janeiro, a diocese de Afogados da Ingazeira esteve realizando a 5ª Romaria Diocesana dos Coroinhas que teve como tema “Ser Coroinha: Sou chamado a uma vocação”.

A romaria deste ano foi realizada na Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, em Solidão. As caravanas foram recepcionadas na Escola Nossa Senhora de Lourdes desde as 07h, e por volta das 08h, saíram em procissão com a imagem de São Tarcísio (padroeiros dos coroinhas) até a Gruta do Santuário de Nossa Senhora de Lourdes onde aconteceu a Concelebração Eucarística presidida pelo bispo, dom Egidio Bisol, e concelebrada pelos padres Genildo Herculano (Solidão) e Clério Airon (reitor do Seminário Maior). Também estiveram participando os seminaristas da diocese, além do diácono, Renato Pereira.

Dom Egidio ressaltou a importância dos coroinhas para o serviço da Igreja e frisou que, entre os coroinhas, não pode haver distração e nem rivalidade. “O importante não é o serviço que a gente realiza, o importante é servir, nos colocarmos a serviço. E se a gente serve, não importa se seja a coisa mais visível ou então a coisa mais escondida. E por quê o servir é a coisa mais importante? Porque o servir nos torna mais parecidos com Aquele que disse Eu vim para servir, e não para ser servido”, conclui o bispo.

Após a missa, os coroinhas retornaram para a escola onde foram acolhidos e foram separados em grupos para debaterem temas relacionados ao servir. Os trabalhos foram concluídos com o almoço.

Diocese realiza romaria para comemorar os 30 anos da Pastoral da Criança

A diocese de Afogados da Ingazeira esteve realizando domingo, 03 de dezembro, romaria da Pastoral da Criança para comemorar os 30 de atividades no Brasil e pelo trabalho realizado na região do Pajeú. Também aconteceu a romaria da Infância e Adolescência Missionária (IAM) que contou com a participação de crianças e adolescentes.

Após a acolhida no portal da cidade, todos saíram em caminhada até a Gruta onde aconteceu a concelebração presidida pelo bispo, dom Egidio Bisol, e concelebrada pelos padres Genildo Herculano e Adhemar Lucena (Itapetim).

Depois da Santa Missa, aconteceram duas atividades simultaneamente: um encontro da IAM na EREM Nossa Senhora de Lourdes e, na quadra, da Pastoral da Criança.

Dom Egidio ressaltou a importância da Pastoral da Criança na diocese de Afogados da Ingazeira, pela assistência às famílias, e do comprometimento de todos que fazem parte da IAM, destacando que é de fundamental importância criança evangelizar criança, adolescente evangelizar adolescente, e assim, sucessivamente.