NOTÍCIAS DA DIOCESE

Solidão e Santa Terezinha dão adeus ao padre Genildo

Duas missas de corpo presente do padre Genildo Herculano foram celebradas na quarta (14), sendo uma em Solidão, onde o padre atuava como pároco e a outra em sua cidade natal, Santa Terezinha.

A missa em Solidão foi presidida pelo vigário geral da diocese de Afogados da Ingazeira, Monsenhor João Carlos Acioly Paz e, a de Santa Terezinha, presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol.

Quase todo o clero da diocese se fez presente nas duas celebrações em que a emoção em alguns momentos tomou de conta dos que acompanhavam.

O sepultamento do padre Genildo aconteceu na manhã desta quinta na cidade de Santa Terezinha.

Falece padre Genildo Herculano

É com pesar que a diocese de Afogados da Ingazeira, através do bispo diocesano, dom Egidio Bisol, vem comunicar o falecimento do padre Genildo Herculano da Silva, ocorrido na noite desta terça (13).

Padre Genildo esteve internado durante 21 dias na UTI do Unimed, no Recife, vítima de uma bactéria que se alojou nos pulmões. Ele foi ordenado sacerdote em dezembro de 2005 e tinha 43 anos.

Ele atualmente era o pároco da Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, em Solidão. Padre Genildo era natural de Santa Terezinha, local onde será sepultado.

André Ferreira é ordenado sacerdote pela imposição das mãos de dom Egidio Bisol

Foi ordenado sacerdote na noite da terça, 30 de outubro, o diácono André Ferreira da Cruz. A missa de ordenação aconteceu em sua cidade natal, Brejinho, e foi presidida pelo bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol.

Muitas caravanas de diversas paróquias da diocese estiveram prestigiando esse momento de graça e felicidade para a Igreja no Pajeú.

Em seu discurso, André agradeceu em forma de versos, a todos que o acompanharam e o orientaram durante a sua formação, desde o bispo dom Egidio, padres da diocese de Afogados, bem como de padres de paróquias da capital pernambucana.

Emoção marca a migração da Rádio Pajeú para a frequência 104,9 FM

Aconteceu no Cine São José o ato de migração da Rádio Pajeú para a frequência 104,9 FM, passo histórico como parte da programação dos 59 anos da emissora.
 
A programação começou com um documentário de William Tenório contando a história de todo o processo de migração.
 
Na sequência,  depoimentos de representantes da Fundação que gerencia a emissora. Nas falas do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios e do Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol foram feitos agradecimentos à Conferência Episcopal Italiana (CEI) pela doação que colaborou para o processo de migração.
 
O Monsenhor João Acioly lembrou também de todos que historicamente colaboraram com a emissora e seu papel na região. Dom Egídio lembrou que ela “troca de roupa mas não de modo de interagir com a sociedade”.
 
O presidente da Asserpe, Cléo Niceas, destacou que o sucesso da gestão se deve ao seu modelo de gestão e de envolvimento da equipe. Ele ainda apresentou dados do poder do radrános dias de hoje. “Tenho certeza que aqui a penetração do rádio ainda é maior por conta dessa história da Rádio Pajeú”.
 
Ele ainda disse que Dom Mota já havia enxergado a rádio como multimídia, ao pensar nela e adquirir um cinema.
 
O jornalista e mestre em comunicação pela UFRPE, Elano Lorenzato entregou sua Dissertação “Rádio e convergência midiática no Sertão do Pajeú”, trabalho teve como base a Rádio Pajeú, seu papel histórico e sua interação com as novas mídias.
 
Elano ficou por dias em Afogados da Ingazeira para produzir esse rico material em 2017. Também entregou um livro que teve sua participação sobre a migração do Rádio AM para FM no Estado.
 
Padre Josenildo Nunes que Oliveira, Gerente Administrativo Adjunto da Fundação e Pároco de Serra Talhada também falou sobre a importância da migração e da Rádio Pajeú.
 
“Nós que fazemos hoje esta emissora, nos comprometemos com os valores culturais que edificam a pessoa humana, com a verdade anunciada pela palavra de Deus, com a veracidade dos fatos sem parcialidade e com a prestação de serviço a comunidade. Nossa querida Pajeú continuará sendo um dos maiores patrimônios imaterial de nossa gente”, disse.
 
“Quando me perguntam como será a Rádio Pajeú na frequência 104,9 FM, digo que ela será mais forte para ajudar os mais fracos, vai mais distante para atender aos que estão longe de políticas sociais justas, terá maior cobertura para também cobrir os sem teto humanitário nas diversas necessidades fundamentais”, disse o Gerente Administrativo Nivaldo Galindo, o Nill Júnior.
 
O momento de maior emoção veio quando houve a contagem regressiva. Em outro vídeo assinado por William Tenório, uma linha do tempo foi criada entre o nascimento da emissora, em 4 de outubro de 1959, com direito a Luzes da Ribalta, primeira música a tocar na emissora e imagens históricas. Na contagem de dez a um, pessoas que participam da vida da emissora, para em seguida ir ao ar o novo prefixo em FM, quando houve uma grande salva de palmas e show pirotécnico.
 
Fechando a programação,  houve um belo show com Irah Caldeira. Ela esteve acompanhada de músicos como o sanfoneiro Luizinho, natural da região do Pajeú. Ainda teve canja dos padres Luizinho e Josenildo.
 
Falando em Pajeú, boa parte dos profissionais envolvidos no processo de migração e do evento da noite foram “Made in Sertão”.
 
A coordenação técnica da migração foi de Paulo André de Souza. As vinhetas da nova grade foram produzidas por Neto Costa, radicado em Afogados, do Áudio Store. Os vídeos da solenidade, produzidos por William Tenório. A iluminação cênica, da WN Empreendimentos, de Wagner Nascimento.
 
Houve ainda menções à parceria com a Speeding, de Renilson Teotônio, com o início do serviço de internet por fibra ótica na cidade e com a Hidroeletro, de Simplício Sá, que doou cabos para transmissão de rede no novo pátio.
 
Presentes o prefeito do município e Presidente da AMUPE, José Patriota, o vice prefeito Alessandro Palmeira, os vereadores Raimundo Lima, Luiz Gonzaga e Augusto Martins, padres da Diocese, representantes de emissoras de cidades como Salgueiro, Serra Talhada, Ingazeira e São José do Egito.
 
Por Nill Junior

Stella Maris: Diocese apresenta histórico e melhorias do Centro de Formação Pastoral, em Triunfo

 
 
DIOCESE DE AFOGADOS DA INGAZEIRA
Cúria Diocesana
 
 
 
Rua Dr. Roberto Nogueira Lima, 366 — Centro 56800-000 Afogados da Ingazeira - PE / Brasil
Fone/Fax: (87) 3838-1582 Email.: diocesedopajeu&hotmail.com
 
 
 
 
Afogados da Ingazeira, 01 de setembro de 2018.
 
 
Caros diocesanos,
A paz do Senhor!
 
Diante de notícias veiculadas recentemente e que considero, no mínimo, parciais, desejo apresentar algumas informações objetivas a respeito do “CENTRO PASTORAL DIOCESANO STELLA MARIS” em Triunfo.
 
1. UM POUCO DE HISTÓRIA
 
No ano de 1944, a Diocese de Pesqueira doou o Sítio Horta, em Triunfo, à Sociedade Franciscana Maristella para a construção de um “estabelecimento de educação para meninas e moças”. A cláusula segunda da doação dizia: “Se a Donatária, voluntariamente, abandonar o imóvel doado ou suprimir o estabelecimento educacional a que se refere a cláusula anterior, a presente doação ficará sem efeito algum, revertendo de pleno direito e sem indenização alguma, à outorgante doadora, o aludido imóvel com todas as suas benfeitorias e edificações que a donatária tiver feito”.
 
A Sociedade Franciscana Maristella foi, aos poucos, construindo no Siítio Horta um prédio majestoso e se dedicou por muitas décadas, com competência e generosidade, à educação de moças da nossa região, inclusive em regime de internato. Por serviço tão relevante, nossa Diocese sempre foi muito grata às Irmãs que se sucederam ao longo dos anos na administração da Escola Stella Maris.
 
Em 08 de agosto de 2005 a Associação Franciscana Maristella do Brasil, resolveu encerrar as atividades da Escola Stella Maris, em Triunfo - PE. Consequentemente, o Conselho Provincial das Franciscanas de Maristella, cumprindo a cláusula segunda da doação, devolveu à Diocese de Afogados da Ingazeira o referido imóvel.
 
 
2. O CENTRO PASTORAL DIOCESANO STELLA MARIS
 
A partir dessa data, a propriedade e a responsabilidade sobre o “Stella Maris” passou à Diocese de Afogados da Ingazeira, que resolveu transformar o imóvel em Centro Pastoral Diocesano, visto que não dispunha ainda de um espaço conveniente para tal finalidade. Foi preservada, de forma coerente, a finalidade educativa para a qual tinha sido adquirido e doado, na década de 40, o Sítio Horta em Triunfo. Dentro dessa perspectiva foram definidas as novas finalidades do imóvel:
 
- Acolher os encontros pastorais (reuniões, assembleias, retiros, dias de convivência e descanso etc ...) de nossa diocese e de outras que o desejarem;
 
- De acordo com a preocupação com a formação integral da pessoa, oferecer o espaço para atividades educativas e culturais de outros grupos e associações de promoção humana, num diálogo fecundo com outras instancia da sociedade, de modo particular sindicatos e ONGs;
 
- Parte do prédio seria alugada à Prefeitura Municipal de Triunfo, para o funcionamento de uma escola ou outras atividades compatíveis com a finalidade do Stella Maris;
 
- Em último lugar, e dependendo da disponibilidade de espaço, poderia acolher pessoas e grupos que desejassem passar um tempo de descanso e lazer, num lugar acolhedor e tranquilo perto do centro da cidade.
 
3. A REFORMA DO CENTRO PASTORAL DIOCESANO STELLA MARIS
 
A mudança de finalidade - de Escola para Centro Pastoral — exigia também modificações na estrutura “física” do prédio. Bem sabendo que, do pondo de vista afetivo, qualquer detalhe era muito importante para quem viveu nesse ambiente, optamos por criar um espaço vivo e funcional à nova finalidade. À partir de tal convicção, a Diocese preparou um cronograma de intervenções, que vem realizando de forma compatível com as próprias forças.
 
Elencamos aqui as intervenções mais significativas até agora realizadas:
 
Fachada:
Conservação da fachada - reforma da recepção no térreo - no 1º andar, reforma dos quartinhos e construção de 4 banheiros.
 
Pátio da Capela:
Manutenção da capela - no térreo: construção da lavanderia e rouparia, - reforma do espaço para funcionários; no 1º andar: reforma dos quartinhos e construção de 6 banheiros
 
Anexo à direita da Capela: '
Recuperação do telhado e colocação do forro em PVC - nova instalação geral hidráulica e elétrica - adaptação de um espaço, atrás do anexo, para estacionamento.
 
No térreo: reforma de duas salas para pequenos encontros, com 2 banheiros - construção da escada de acesso ao 1º andar - no 1º andar: construção de 14 apartamentos
 
Ala direita do pátio interno:
Recuperação completa do telhado - forro geral em PVC - nova instalação elétrica e hidráulica. Redistribuição do espaço: no térreo: reforma dos refeitórios - construção de um bloco de banheiros: 5 masculinos e 5 femininos - reforma da escada de acesso ao 1º andar.
 
No 1º andar: construção de um auditório para 100 cadeiras - duas salas para atividades de grupos - secretaria da Escola de Formação Pastoral - depósito de materiais e equipamentos — construção de 17 apartamentos.
 
Ala esquerda do pátio interno:
Recuperação do telhado - retirada do forro em brasilit - recuperação do salão da frente no 1º andar Bloco do auditório:
Recuperação do auditório - retirada do telhado com coberta de brasilit
 
Atualmente: estamos trabalhando na substituição do telhado acima do auditório com tesouras em madeira e telhas de barro e seguiremos com a recuperação das salas no 1º andar na ala esquerda. Os trabalhos de reforma nunca pararam nesses 13 anos e irão continuar, de acordo com a necessidade e a disponibilidade financeira da diocese, pois um prédio da segunda metade do século passado exige manutenção constante.
 
Prevemos, inclusive, abrir um portão na parte traseira do imóvel (para isso a diocese já adquiriu um lote de terra) para favorecer o acesso ao Centro Pastoral Diocesano sem passar pelo centro da cidade, sobretudo nos dias de feira.
 
 
4. UTILIZAÇÃO DO CENTRO PASTORAL DIOCESANO STELLA MARIS
 
Entendemos que o Centro Pastoral Stella Maris deve ser um espaço vivo, promotor de muitas atividades religiosas, educativas, pastorais, lúdicas.
 
Em forma permanente, continua funcionando uma Escola Municipal, na ala esquerda. A partir deste ano, ao lado do pátio da capela reside um padre e alguns jovens da Fraternidade “Santa Maria dos Anjos”.
A casa continua acolhendo nossas atividades pastorais, podendo hospedar até 100 pessoas, nas assembleias diocesanas e outros eventos de maior porte.
 
Só a título de exemplo, no primeiro semestre de 2018 foram realizados encontros da Legião de Maria, dos Ministérios de Música na diocese, da Pastoral da Criança, da Pastoral da Pessoa Idosa, dos Zeladores da OVS, dos Animadores da Campanha da Fraternidade, o Seminário Regional de Fé e Cidadania, o Retiro dos Padres, o Retiro dos Seminaristas, o Retiro das Ofíicinas de Oração e Vida, o Curso de Formação Pastoral, a Assembleia Diocesana de Pastoral, o Retiro do Clero de Salgueiro, entre outros...
 
Alguns encontros pastorais, ou outros eventos, em nível regional, realizados no Stella Maris, trazem para Triunfo pessoas de outros estados, tornando-se assim uma “propaganda” para a cidade e, inclusive, com um benefício econômico para o lugar. Aliás, o Centro Pastoral Stella Maris é um dos lugares que os turistas não deixam de visitar.
 
Todas as pessoas de fora que passam pelo Centro Pastoral Diocesano manifestam sua satisfação pelo ambiente simples, acolhedor, tranquilo, natural, restaurador. Quando percebem alguma falha, colaboram conversando com os responsáveis da casa, com muito respeito, responsabilidade e boa educação. Frequentemente voltam.
 
 
5. CONCLUSÃO
 
Pensamos que o exposto seja suficiente para mostrar a todos os diocesanos que em momento algum o prédio do Stella Maris ficou abandonado ou em ruína. A Diocese continuará zelando pelo seu patrimônio para que continue sendo espaço e instrumento de evangelização no Pajeú, dentro de sua finalidade como Centro Pastoral Diocesano.
 
Em clima de atenção a todos os diocesanos, pedimos a Maria, “Estrela do Mar” e da Nova Evangelização, Mãe de Deus e nossa, que possamos continuar testemunhando entre nós fraternidade e respeito às instituições e às pessoas, tendo consciência de que estas últimas — as pessoas — são o mais importante.
 
Fraternalmente,
 
 
Dom Egidio Bisol
Bispo diocesano

CNLB NE2 realiza seminário de Fé e Cidadania, em Triunfo

No período de 03 a 05 de agosto de 2018, no Centro de Pastoral Stella Maris – Diocese de Afogados da Ingazeira/PE, na cidade de Triunfo, no sertão Pernambucano aconteceu o Seminário de Fé e Cidadania com o tema “Angústias e Esperanças”, promovido pelo Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB NE2) o qual se tornou cenário e inspiração para os mais de 120 Leigos e Leigas vindos (as) de doze das vinte e uma dioceses do nosso regional.

Com o objetivo de formar, capacitar, programar e definir eixos de reflexão e ação para o protagonismo do Laicato nos diferentes areópagos da sociedade pós-contemporânea, o Seminário foi assessorado pelo casal Carlos e Márcia Signorelli, que são membros do CNLB Nacional, que trouxeram a experiência da formação política e cidadã dentro das esferas sociais e religiosas, provocando participação mais atuante e consciente no processo eleitoral do país.

De acordo com Rejane Gaia, o seminário foi uma proposta mais profunda de formação com o intuito de promover além da articulação, a reflexão dos problemas sociais que afligem a sociedade, “O Ano Nacional do Laicato é com certeza o impulso maior para nós, para a nossa organização e formação, porém, a igreja confia no laicato para a escolha de quem conduzirá os rumos da administração pública no país dentro dos valores do evangelho. Estamos próximos das eleições e nosso povo ainda está em processo de identificação de seus candidatos, um seminário desta magnitude dá aos leigos e leigas um olhar diferente e crítico para quem iremos eleger”. Como disse em sua mensagem o Papa Francisco: “Envolver-se na política é uma obrigação para o Cristão. Nós cristãos, não podemos nos fazer de Pilatos e lavar as mãos, não podemos!”.

Clamamos a Deus para que nós fiéis leigos e leigas cumpramos a missão que recebemos em nosso batismo. Que sejamos sal, luz e fermento na massa em todos os espaços que ocupamos”, finalizou Gaia.

Dentro das atividades do seminário, as plenárias e conferências deram aos participantes uma grande oportunidade de interpretação da realidade do país, orientações para formação de grupos de acompanhamento do Legislativo, Conselhos de Direitos e orientações para as eleições de 2018, entre outros.

Os assessores compartilharam as muitas experiências que as dioceses têm vivenciado contra a venda do voto e a falta de transparência dos poderes públicos com a dívida pública.

Para Carlos Signorelli, o processo formativo exige do leigo uma consciência madura sobre as realidades que afligem a sociedade atual; “Estamos tentando formar uma consciência critica entre os cristãos e cristãs para terem uma atuação forte não só neste ano eleitoral mais na construção da democracia participativa como pede a CNBB”. “Mostraremos os instrumentos de construção da democracia participativa e vendo o que temos que fazer, o que cada um tem que fazer para que nas dioceses onde estamos se construa esse instrumento de democracia participativa. Fazer frente a democracia representativa no nosso país”.

Integrou a programação uma apresentação com folguedos típicos do Nordeste, sendo o xaxado o destaque da noite, além de um recital de poesias onde os representantes conheceram um pouco mais da cultura local. Conforme Iraci Amorim da Diocese de Caicó-RN, as confraternizações ajudam a integração das pessoas “O momento de festa é oportuno para aprofundar laços de amizade, alongar caminhos, construir pontes para uma melhor articulação interdiocesana. É preciso derrubar as fronteiras existenciais e munir-se da alegria do evangelho para uma devastadora conversão dos povos”, afirmou.

O Seminário contou ainda com uma Celebração Eucarística presidida por Dom Egídio Bisol, bispo diocesano de Afogados da Ingazeira, que em sua homilia destacou, “é preciso um laicato consciente e comprometido, com o espírito avivador, que transforme e inove o momento atual”

Encerrada Festa em honra à Padroeira Diocesana Santa Maria Madalena

As festividades em honra a padroeira da diocese de Afogados da Ingazeira, Santa Maria Madalena, terminaram neste domingo, 22 de julho, com concelebração eucarística na Catedral presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol, e que contou com a participação dos padres Gilvam Bezerra (pároco), Juacir Delmiro (reitor do Seminário de Filosofia) e Wellington Luiz (vigário paroquial de Flores).

Dom Egidio falou da importância daquele momento em ter Maria Madalena com padroeira da diocese. “É bom estarmos juntos nesse momento louvando e agradecendo a Deus pelo presente grande que Ele fez à sua Igreja, a pessoa, o exemplo e o testemunho de Maria Madalena. É uma honra pra nós tê-la como Padroeira Diocesana, aliás, é a única diocese no Brasil que pode ter esse prazer e essa honra de ter Maria Madalena como padroeira”, disse o bipo.

O bispo também explicou que está sendo cada vez mais valorizado o testemunho de Maria Madalena, em que, nesses últimos tempos, o papa Francisco elevou aquela que era apenas uma memória dentro da Liturgia e fez uma festa para toda à Igreja. “Isso significa que o testemunho é importante para todos, um motivo a mais para tentarmos entender o recado que Ela nos trás”, concluiu.

Missa pelos 15 anos de fundação do Seminário Maior aconteceu dentro do Tríduo de Santa Maria Madalena

Na sexta, 20 de julho, aconteceu na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados da Ingazeira, a segunda noite do Tríduo em honra à padroeira da diocese, Santa Maria Madalena.

Na oportunidade, foi celebrado também, pelos 15 anos do Seminário Maior da Diocese, São Carlos Borromeu. Quem esteve presidindo a concelebração foi o ex-bispo da diocese de Afogados da Ingazeira e hoje Arcebispo de Vitória da Conquista, dom Luís Gonzaga Silva Pepeu.

No dia 13 de fevereiro de 2003, dom Luís Pepeu criou o Seminário Maior para atender ao desejo e necessidade de nossa igreja diocesana de ter o seu próprio Seminário Maior para a formação dos futuros padres a serviço do Povo de Deus no Pajeú.

Depois de funcionar em vários locais no Recife e Olinda, finalmente, em 2014, o Seminário São Carlos Borromeu mudou-se para a nova casa que a diocese tinha adquirido e reformado no bairro da Tamarineira, no Recife.

A partir de 2018, o Seminário Maior passou a ser reservado aos seminaristas de Teologia.

O bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, ressaltou a importância dessa data dentro das festividades de Santa Maria Madalena. “Nossa Igreja Diocesana está em festa, na celebração de sua gloriosa padroeira Santa Maria Madalena, apóstola dos apóstolos. Iniciamos, poucos dias atrás, com a inauguração e benção do Mosteiro Carmelita São José em Triunfo. Nesse mesmo clima de festa, desejamos lembrar com imensa gratidão, os 15 anos de existência do Seminário Maior São Carlos Borromeu. Ao longo desses 15 anos, foram 60 os jovens que passaram pelo Seminário. Vinte, entre eles, são hoje padres da nossa diocese e dois diáconos a caminho da ordenação presbiteral”, disse o bispo.

Dom Egidio também agradeceu aos padres que dedicaram alguns anos de sua vida na direção do Seminário, aos membros do Conselho Diocesano de Formação, aos padres, paróquias e comunidades, sem esquecer a todos os zeladores/as e sócios da OVS – Obra das Vocações Sacerdotais, que vem colaborando com a formação e manutenção dos seminaristas com orações, estímulo e generosidade.

Ainda, dentro da celebração pelos 15 anos do Seminário, aconteceu a instituição dos seminaristas Adenildo da Silva e Alison Maciel como Leitores da Igreja.

Inaugurado Mosteiro Carmelita São José, em Triunfo

Foi inaugurado na tarde desta segunda, 16 de julho, na cidade de Triunfo/PE (Diocese de Afogados da Ingazeira) o Mosteiro Carmelita São José, ainda dentro das comemorações dos 60 anos da Diocese. A construção levou em torno de um ano e meio para ficar concluída contou com a colaboração das 24 paróquias da diocese, grupos, pastorais, leigos e leigas.

Estiveram participando desse momento histórico para a diocese, o bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, o bispo da diocese de Cajazeiras-PB, dom Francisco de Sales e o Arcebispo de Maceió, dom Antônio Muniz Fernandes.

Dom Egidio ressaltou o importante momento da entrega do mosteiro ao diocesanos. “Celebrando a festa de Nossa Senhora do Carmo, estamos invocando a benção de Deus sobre o Mosteiro Carmelita São José que acabamos de inaugurar. Graças à ajuda de Deus e a colaboração de muitas pessoas, grupos, comunidades e paróquias, conseguimos realizar num espaço de tempo não longo, uma obra bem significativa que é com certeza um grande sinal da nossa fé e da nossa unidade corresponsável. Deus seja louvado. Nosso muito obrigado a todos os que colaboraram”, concluiu dom Egidio.

CNBB divulga nota sobre o momento nacional

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se solidariza com os caminhoneiros, trabalhadores e trabalhadoras, em manifestação em todo território nacional, em nota divulgada nesta quarta-feira, 30 de maio. Preocupada com as duras consequências que sempre recaem sobre os mais pobres, no texto a entidade conclama toda a sociedade para o diálogo e para a não violência. “Reconhecemos a importância da profissão e da atividade dos caminhoneiros”, pontua.
 
Confira, abaixo, a nota na íntegra:
 
NOTA DA CNBB SOBRE O MOMENTO NACIONAL
“Jesus entrou e pôs-se no meio deles e disse: A paz esteja convosco”(Jo 20,19)
 
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, solidária com os caminhoneiros, trabalhadores e trabalhadoras, em manifestações em todo território nacional, e preocupada com as duras consequências que sempre recaem sobre os mais pobres, conclama toda a sociedade para o diálogo e para a não violência. Reconhecemos a importância da profissão e da atividade dos caminhoneiros.
 
A crise é grave e pede soluções justas. Contudo, “qualquer solução que atenda à lógica do mercado e aos interesses partidários antes que às necessidades do povo, especialmente dos mais pobres, nega a ética e se desvia do caminho da justiça” (CNBB, 10/03/2016). Nenhuma solução que se utilize da violência ou prejudique a democracia pode ser admitida como saída para a crise.
 
Não é justo submeter o Estado ao mercado. Quando é o mercado que governa, o Estado torna-se fraco e acaba submetido a uma perversa lógica financista. “O dinheiro é para servir e não para governar” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 58). 
 
É necessário cultivar o diálogo que exige humilde escuta recíproca e decidido respeito ao Estado democrático de direito, para o atendimento, na justa medida, das reivindicações.
 
As eleições se aproximam. É preciso assegurar que sejam realizadas de acordo com os princípios democráticos e éticos, para restabelecer nossa confiança e nossa esperança. Propostas que desrespeitam a liberdade e o estado de direito não conduzem ao bem comum, mas à violência.
 
Celebramos a Solenidade do Corpus Christi, fonte de unidade e de paz. Quem participa da Eucaristia não pode deixar de ser artífice da unidade e da paz. O Pão da unidade nos cure da ambição de prevalecer sobre os outros, da ganância de entesourar para nós mesmos, de fomentar discórdias e disseminar críticas; que desperte a alegria de nos amarmos sem rivalidades, nem invejas, nem murmurações maldizentes (cf. Papa Francisco, Festa do Corpus Christi, 2017). O Pão da Vida nos motive a cultivar o perdão, a desenvolver a capacidade de diálogo e nos anime a imitar Jesus Cristo, que veio para servir, não para ser servido.
 
Conclamamos, por fim, todos à oração e ao compromisso na busca de um Brasil solidário, pacífico, justo e fraterno. A paz é um dom de Deus, mas é também fruto de nosso trabalho.
 
Nossa Senhora Aparecida interceda por todos!
 
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília (DF)
Presidente da CNBB
 
Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador (BA)
Vice-Presidente da CNBB  
 
Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília (DF)
Secretário-Geral da CNBB

Diocese realiza a 10ª Assembleia Diocesana de Pastoral

Aconteceu no último final de semana de abril  (27 a 29), no Centro Pastoral Diocesano Stella Maris na cidade de Triunfo, a 10ª Assembleia Diocesana de Pastoral da Diocese de Afogados da Ingazeira.

Com o tema “Tornar-se Cristão” a Assembleia teve como objetivos aprofundar o tema da “Iniciação à vida cristã” a partir do Documento 107 da CNBB e avaliar a primeira experiência de “Catequese de estilo catecumenal” realizada em nossa Diocese.

Contou com as presenças do bispo diocesano Dom Egídio Bisol, sacerdotes, diáconos, seminaristas, religiosos, religiosas, representantes de pastorais, grupos e movimentos de todas as paróquias da Diocese, totalizando um número de 170 participantes. O assessor foi o Padre Elison Silva da Arquidiocese de Maceió.

Durante o encontro foram definidos alguns compromissos a serem trabalhados nos próximos anos, em nível diocesano, zonal e paroquial, visando continuar o aprofundamento sobre a Iniciação a Vida Cristã.