NOTÍCIAS DA DIOCESE

Morre o Monsenhor Afonso de Carvalho

A Diocese de Afogados da Ingazeira confirmou em nota o falecimento às 22h desta sexta (9 de agosto) do Monsenhor Afonso de Carvalho Sobrinho, de 83 anos. Ele estava hospitalizado desde o dia 19 de junho na Casa de Saúde São Vicente, em Serra Talhada.
 
Padre Afonso, como era chamado, sofria com complicações respiratórias e um quadro de diabetes. Também tinha por consequência dificuldades de visão.
 
O sacerdote residia no bairro Bom Jesus. Conhecido por suas posições em defesa do meio ambiente,  foi criador da Missa do Agricultor. No último dia 25 de abril, foi homenageado nas comemorações do Dia do Agricultor.
 
História : nascido em 13 de junho de 1936,  tinha 55 anos de sacerdócio. Foi ordenado em   26 de julho de 1964.
 
Trabalhou, dos seis anos aos doze com seus pais, na zona rural.  Aos 12 anos, a convite de um tio sacerdote, foi estudar em Sertânia, onde iniciou sua vocação sacerdotal.
 
“Minha história foi diferente de todo mundo, não sonhei ser padre, apenas fui assumindo os ensinamentos que me eram dados, até tornar-me sacerdote”, disse à jornalista Rochany Rocha ano passado.
 
Começou sua jornada na direção do seminário de Caruaru, atuando, também, como professor. Depois passou dois anos no Alto Pajeú, como auxiliar de dois sacerdotes.
 
Dom Francisco Austregésilo, primeiro bispo Diocesano, transferiu Padre Afonso Carvalho para a Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Serra Talhada. Assumiu, em 1967, como o primeiro vigário, até 1984.
 
Depois, o bispo criou a Igreja do Bom Jesus Ressuscitado e o nomeou primeiro pároco até 2008, período em que o padre Otaviano Bezerra, o substituiu.
 
Velório, missa e sepultamento: Segundo nota da Diocese de Afogados da Ingazeira, assinada pelo Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol, o corpo de Monsenhor Afonso será velado a partir das 6 horas da manhã deste sábado, na Matriz da Paróquia do Bom Jesus Ressuscitado.
 
Haverá uma Missa de Corpo Presente às 14h do domingo, na mesma igreja, presidida pelo Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol. Em seguida, o corpo será levado para a comunidade de Santa Maria de Mirandiba, onde ele nasceu, quando será sepultado.
 
Veja nota na íntegra:
 
“A vida dos justos  está nas mãos de Deus, e nenhum tormento os atingirá”  Sabedoria 3,1
 
A Diocese de Afogados da Ingazeira, na pessoa do senhor Bispo Diocesano, Dom Egidio Bisol,  juntamente com o presbitério diocesano, comunicam ao Povo de Deus desta Igreja Particular, o falecimento do Revmº Monsenhor Afonso de Carvalho Sobrinho, ocorrido nesta sexta-feira, dia 09 de agosto às 22h no Hospital São Vicente em Serra Talhada – PE.
 
Ao mesmo tempo informam e convidam os fiéis para o velório que acontecerá neste sábado, dia 10 de agosto a partir das 06h da manhã na Igreja Matriz do Bom Jesus Ressuscitado, no bairro Bom Jesus e a missa de Corpo Presente será no domingo, dia 11 às 14h na Igreja Matriz, presidida pelo senhor bispo, sendo o corpo transladado após a missa para Santa Maria de Mirandiba, onde será sepultado.
 
Sertão do Pajeú, 09 de agosto de 2019
 
Dom Egidio Bisol
 
Bispo Diocesano

Iniciada nova turma da Escola Fé e Política Dom Francisco

Teve início na sexta, 26 de julho, no Centro de Formação Pastoral Stella Maris, em Triunfo, a 4ª Turma da Escola Fé e Política Dom Francisco da diocese de Afogados da Ingazeira.

Neste ano, 6 módulos serão vivenciados pela 4ª Turma com previsão de término dos estudos no mês de dezembro.

Durante a abertura na sexta, dom Egidio Bisol deu as boas vindas aos alunos e, em seguida, tiveram início aos estudos com Cícero Lopes que debateu os Conceitos de Fé e Política. No sábado (27), Cícero concluiu seus trabalhos. Logo após, foi a vez do professor Márcio André dar início aos trabalhos e passou a debater sobre a Metodologia de Educação Popular, encerrando no domingo.

Esse módulo teve a coordenação de Socorro Martins e do diácono Eduardo Oliveira.

Missa e procissão encerram festa de Santa Maria Madalena, padroeira da diocese

A Diocese de Afogados da Ingazeira festejou nesta segunda (22) o dia de sua padroeira, Santa Maria Madalena. As festividades tiveram início com o Tríduo na sexta (19) com a noite pela Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, no sábado (20), Paróquias de São José (São José do Egito) e São Sebastião (Iguaraci), domingo (21) noite da Paróquia de São Francisco.

Nesta segunda, dia de Santa Maria Madalena, a missa teve início às 18h e, logo em seguida, procissão pelo centro da cidade.

A missa de encerramento foi presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol,  e concelebrada por vários padres da diocese.

Dom Egidio iniciou saudando e agradecendo por este momento especial para a diocese. “É bom estarmos juntos nessa hora, agradecendo e louvando a Deus pela nossa padroeira diocesana Santa Maria Madalena para aquilo que o seu espírito conseguiu realizar Nela e através dela, e por aquilo que Ela nos ensina para a nossa vida de discípulos missionários hoje”, disse o bispo.

Dom Egidio preside missa de Corpus Christi na Catedral, em Afogados da Ingazeira

O bispo diocesano, dom Egidio Bisol, presidiu a missa da Solenidade de Corpus Christi, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira. O padre Gilvam Bezerra esteve concelebrando neste dia em que a Igreja em todo o mundo celebra a Festa de Corpus Christi que é a festa do Corpo de Deus. A missa teve início por volta das 17h e, em seguida, a procissão com o Santíssimo pelo centro da cidade, retornando para a bênção dentro da Catedral.
“A Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo é um momento, uma oportunidade para a gente aprofundar um pouco mais o sentido da Eucaristia em nossa vida pessoa e em nossa vida comunitária. Comungar com Jesus significa entrar no mundo D’Ele, essa é a proposta que Ele nos faz”, disse o bispo em sua homilia.

Os bispos do Brasil em sua 57ª Assembleia Geral emitem “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”

O episcopado brasileiro, reunido em sua 57ª Assembleia Geral, de 1º a 10 de maio, em Aparecida (SP), emitiu hoje a “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”. No documento, os bispos alertam que a opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres.

O documento chama a atenção para os graves problemas vividos pela população do país, como o crescente desemprego, “outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”.

A violência, conforme aponta a mensagem, atinge níveis insuportáveis. “Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana”, diz o texto.

Segundo o documento, “o verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas”.

Sobre as necessárias reformas política, tributária e da previdência, os bispos afirmam, na mensagem, que elas só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres. “O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor”, afirma o texto.

Veja, abaixo, a mensagem na íntegra:

                                                             MENSAGEM DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

“Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21,5)

Suplicando a assistência do Espírito Santo, na comunhão e na unidade, nós, Bispos do Brasil, reunidos na 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, no Santuário Nacional, em Aparecida-SP, de 1 a 10 de maio de 2019, dirigimos nossa mensagem ao povo brasileiro, tomados pela ternura de pastores que amam e cuidam do rebanho. Desejamos que as alegrias pascais, vividas tão intensamente neste tempo, renovem, no coração e na mente de todos, a fé em Jesus Cristo Crucificado-Ressuscitado, razão de nossa esperança e certeza de nossa vitória sobre tudo que nos aflige.

“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28,20)

Enche-nos de esperançosa alegria constatar o esforço de nossas comunidades e inúmeras pessoas de boa vontade em testemunhar o Evangelho de Jesus Cristo, comprometidas com a vivência do amor, a prática da justiça e o serviço aos que mais necessitam. São incontáveis os sinais do Reino de Deus entre nós a partir da ação solidária e fraterna, muitas vezes anônima, dos que consomem sua vida na transformação da sociedade e na construção da civilização do amor. Por essa razão, a esperança e a alegria, frutos da ressurreição de Cristo, hão de ser a identidade de todos os cristãos. Afinal, quando deixamos que o Senhor nos tire de nossa comodidade e mude a nossa vida, podemos cumprir o que ordena São Paulo: ‘Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo o digo: alegrai-vos!’ (Fl 4,4) (cf. Papa Francisco, Exortação Apostólica Gaudete et Exultate, 122).

“No mundo tereis aflições, mas tende coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33).

Longe de nos alienar, a alegria e a esperança pascais abrem nossos olhos para enxergarmos, com o olhar do Ressuscitado, os sinais de morte que ameaçam os filhos e filhas de Deus, especialmente, os mais vulneráveis. Estas situações são um apelo a que não nos conformemos com este mundo, mas o transformemos (cf. Rm 12,2), empenhando nossas forças na superação do que se opõe ao Reino de justiça e de paz inaugurado por Jesus.

A crise ética, política, econômica e cultural tem se aprofundado cada vez mais no Brasil. A opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres, conforme já lembrava o Papa João Paulo II na Conferência de Puebla (1979). Nesse contexto e inspirados na Campanha da Fraternidade deste ano, urge reafirmar a necessidade de políticas públicas que assegurem a participação, a cidadania e o bem comum. Cuidado especial merece a educação, gravemente ameaçada com corte de verbas, retirada de disciplinas necessárias à formação humana e desconsideração da importância das pesquisas.

A corrupção, classificada pelo Papa Francisco como um “câncer social” profundamente radicada em inúmeras estruturas do país, é uma das causas da pobreza e da exclusão social na medida em que desvia recursos que poderiam se destinar ao investimento na educação, na saúde e na assistência social, caminho de superação da atual crise. A eficácia do combate à corrupção passa também por uma mudança de mentalidade que leve a pessoa compreender que seu valor não está no ter, mas no ser e que sua vida se mede não por sua capacidade de consumir, mas de partilhar.

O crescente desemprego, outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. O desenvolvimento que se busca tem, no trabalho digno, um caminho seguro desde que se respeite a primazia da pessoa sobre o mercado e do trabalho sobre o capital, como ensina a Doutrina Social da Igreja. Assim, “a dignidade de cada pessoa humana e o bem comum são questões que deveriam estruturar toda a política econômica, mas às vezes parecem somente apêndices adicionados de fora para completar um discurso político sem perspectivas nem programas de verdadeiro desenvolvimento integral” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 203).

A violência também atinge níveis insuportáveis. Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana. O verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas.

Precisamos ser uma nação de irmãos e irmãs, eliminando qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Somos responsáveis uns pelos outros. Assim, quando os povos originários não são respeitados em seus direitos e costumes, neles o Cristo é desrespeitado: “Todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer” (Mt 25,45). É grave a ameaça aos direitos dos povos indígenas assegurados na Constituição de 1988. O poder político e econômico não pode se sobrepor a esses direitos sob o risco de violação da Constituição.

A mercantilização das terras indígenas e quilombolas nasce do desejo desenfreado de quem ambiciona acumular riquezas. Nesse contexto, tanto as atividades mineradoras e madeireiras quanto o agronegócio precisam rever seus conceitos de progresso, crescimento e desenvolvimento. Uma economia que coloca o lucro acima da pessoa, que produz exclusão e desigualdade social, é uma economia que mata, como nos alerta o Papa Francisco (EG 53). São emblemático exemplo disso os crimes ocorridos em Mariana e Brumadinho com o rompimento das barragens de rejeitos de minérios.

As necessárias reformas política, tributária e da previdência só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres, “juízes da vida democrática de uma nação” (Exigências éticas da ordem democrática, CNBB – n. 72). Nenhuma reforma será eticamente aceitável se lesar os mais pobres. Daí a importância de se constituírem em autênticas sentinelas do povo as Igrejas, os movimentos sociais, as organizações populares e demais instituições e grupos comprometidos com a defesa dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito. Instâncias que possibilitam o exercício da democracia participativa como os Conselhos paritários devem ser incentivadas e valorizadas e não extintas como estabelece o decreto 9.759/2019.

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça” (Mt 6,33)

O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor. Queremos uma sociedade cujo desenvolvimento promova a democracia, preze conjuntamente a liberdade e a igualdade, respeite as diferenças, incentive a participação dos jovens, valorize os idosos, ame e sirva os pobres e excluídos, acolha os migrantes, promova e defenda a vida em todas as suas formas e expressões, incluído o respeito à natureza, na perspectiva de uma ecologia humana e integral.

As novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que aprovamos nesta 57ª Assembleia da CNBB, e o Sínodo para a Pan-Amazônia, a se realizar em Roma, em outubro deste ano, ajudem no compromisso que todos temos com a construção de uma sociedade desenvolvida, justa e fraterna. Lembramos que “o desenvolvimento tem necessidade de cristãos com os braços levantados para Deus em atitude de oração, cristãos movidos pela consciência de que o amor cheio de verdade – caritas in veritate -, do qual procede o desenvolvimento autêntico, não o produzimos nós, mas nos é dado” (Bento XVI, Caritas in veritate, 79). O caminho é longo e exigente, contudo, não nos esqueçamos de que “Deus nos dá a força de lutar e sofrer por amor do bem comum, porque Ele é o nosso Tudo, a nossa esperança maior” (Bento XVI, Caritas in veritate, 78).

A Virgem Maria, mãe do Ressuscitado, nos alcance a perseverança no caminho do amor, da justiça e da paz.

Aparecida-SP,  7 de maio de 2019.

Grupo Fé e Política promove ato em defesa dos ribeirinhos da barragem da Ingazeira

Na manhã desta sexta (26) aconteceu na Ingazeira um ato promovido pelo grupo Fé e Política Dom Francisco, da diocese de Afogados da Ingazeira, em defesa das pessoas que foram atingidas (prejudicadas) com a construção da barragem de Cachoeirinha, zona rural do município.

Primeiramente, uma missa foi celebrada, às 06h30, na comunidade de Nossa Senhora Aparecida, presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol, que contou com a participação de vários padres da diocese.

Após a missa, foi servido um café e, em seguida, teve início a caminhada rumo a barragem. Uma cruz foi conduzida para ser fixada nas proximidades do paredão da barragem, simbolizando a luta em defesa das pessoas que tiveram suas terras invadidas pelas águas. Durante o percurso, ocorreram algumas paradas para um momento de oração e reflexão.

Dom Egidio explicou a causa que levou o grupo Fé e Política realizarem o ato. “Estamos aqui hoje para prestarmos nossa solidariedade às famílias que estão vivendo em situações complicadas, difíceis, por causa de falta de políticas públicas, já que estamos no tema da Campanha da Fraternidade, quer dizer, por falta de cuidados de quem deveria tê-los para que, a riqueza da água que todos nós desejamos não traga dificuldades grandes para os nossos irmãos”, disse durante a missa.

O bispo também citou que, aquele não era o primeiro momento em que acontecia um ato em defesa dos ribeirinhos da barragem. “Queremos nesse dia, conhecer um pouco mais, um pouco melhor, a situação aqui nessa área da barragem da Ingazeira. Não é o primeiro momento esse, já houve quatro audiências públicas para debater esse assunto e nós vamos hoje rezar, pedindo a Deus também que a gente sinta a Sua presença ao nosso lado, Ele que quer a vida plena para todos”, concluiu o bispo.

Dom Egidio preside Missa dos Santos Óleos na Catedral diocesana

Na noite desta quarta (17) aconteceu na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira, a Missa dos Santos Óleos (Missa do Crisma) presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol. Foram abençoados os óleos dos Enfermos, dos Catecúmenos e do Crisma. Também, foram renovados os votos sacerdotais de todo o clero diocesano e foram instituídos acólitos, os futuros diáconos transitórios, Alison Maciel e Adenildo da Silva.
Todos os padres estiveram presentes, com exceção dos que se encontram em missão em outras dioceses (Aderlan e Mairton), outros viajando (Hélio e Evandro), e dois com problemas de saúde (Pedro Alexandre e Afonso). Caravanas de várias paróquias também se fizeram presentes.
Dom Egidio explicou a importância e o significado da Missa do Crisma. “A Missa do Crisma é ocasião importante para novamente experimentar-mos e celebrar-mos o dom da unidade dentro de nossa Igreja Diocesana que não se limita ao Pajeú, a unidade da Igreja, vai além das fronteiras da diocese”, disse dom Egidio, referindo-se ao perfume utilizados para confeccionar o Santo Crisma vindos da diocese de Roraima e as hóstias que foram consagradas durante a celebração foram obras das mãos das Irmãs do Mosteiro De La Vega, na República Dominicana, o qual o Mosteiro São José, em Triunfo, está filiado.

Com a Missa das Cinzas, dom Egidio abre o período quaresmal na diocese

Na manhã desta Quarta-Feira de Cinzas, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, o bispo diocesano, dom Egidio Bisol, abriu a Quaresma na diocese de Afogados da Ingazeira.
 
Dom Egidio explicou qual o sentido do período quaresmal, período de conversão, em que esse tempo cuja finalidade é para nos fortalecer. “A Quaresma é para nos ajudar a dar brilho na nossa vida, por isso é um momento muito importante e bonito para que a gente possa enfrentar a tentação que é uma coisa constante. A gente vive o dia tentado de não fazer aquilo que Deus nos pede, de não fazer a vontade D’Ele, mas de fazer o que a gente quer”, disse.
 
À noite, às 18h, aconteceu a abertura da Campanha da Fraternidade na Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios com a Santa Missa e distribuição das cinzas.

Realizada a VI Romaria Diocesana dos Coroinhas

No dia 27 de Janeiro de 2019 aconteceu mais uma Romaria Diocesana dos Coroinhas, chegando a sua 6°edição. Desta vez, quem sediou o evento foi a Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados da Ingazeira.
 
A programação iniciou com a concentração e acolhida e café na Paróquia  São Francisco de Assis, por volta das 07h. Com a participação de 16 paróquias da nossa Diocese e mais uma vinda da Diocese de Floresta, Paróquia de São Lázaro, em Betânia, nos cálculos da organização, chegamos a aproximadamente  320 coroinhas.
 
Na ocasião também foram admitidos entre os candidatos as ordens sacras, três seminaristas da teologia: Gutembergue Lacerda (2° ano), Vinicius Verás (2° ano) e Osmar Freitas (3°ano). Um fato marcante para a caminhada vocacional destes jovens, que dão mais um passo importante.
 
A comissão organizadora da 6°Romaria Diocesana de coroinhas, agradece profundamente a extensa colaboração e empenho das paróquias de Afogados da Ingazeira na pessoa dos Párocos Pe.Gilvan e Pe.Orlando, e de modo especial aos grupos de coroinhas, aos anjos do EJC, ao ECC e Amigos da Fé. O sucesso de mais uma romaria deve-se ao empenho de todos vocês!

Dom Egidio anuncia transferências no clero dioceseno

O bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, anunciou na sexta (23 de novembro) as nomeações e transferências que acontecerão na diocese em 2019. O anúncio aconteceu durante o encontro para atualização do clero que aconteceu durante toda a semana no Centro de Formação Pastoral Stella Maris, em Triunfo.

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES – SOLIDÃO – PE

Padre atual:  Pe. Genildo Herculano da Silva (Falecido)
Padre sucessor:
(Pe. Adilton Guedes de Carvalho até segunda ordem ficará a cargo da paróquia como administrador paroquial)

SEMINÁRIO SÃO JUDAS TADEU – AFOGADOS DA INGAZEIRA – PE
Padre atual: Pe Juacir Delmiro dos Santos (Reitor)
Ficará a cargo do bispo Dom Egídio Bisol

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO – FLORES – PE  
Padre atual: Mons. João Carlos Acioly Paz (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Adilton Guedes de Carvalho - Estava na Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios, em Tabira.
(Posse canônica dia 26 de janeiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – TUPARETAMA – PE
Padre atual: Pe. José Ailton da Costa Silva (Pároco)
Padre sucessor: Mons. João Carlos Acioly Paz - Estava na Paróquia da Imaculada Conceição, em Flores.
(Posse canônica dia 3 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS – TABIRA – PE
Padre atual: Pe. Adilton Guedes de Carvalho (Pároco)
Padre sucessor: Pe. José Cícero Alves de Lima - Estava na Paróquia de São Sebastião, em Brejinho.
(Posse canônica dia 23 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO -  BREJINHO – PE  
Padre atual: Pe. José Cícero Alves de Lima (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Juacir Delmiro dos Santos - Estava como reitor do Seminário em Afogados da Ingazeira.
(Posse canônica dia 8 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ – SÃO JOSÉ DO EGITO – PE
Padre atual: Pe. Hélio Cláudio da Silva Lima (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Wellington Luíz Jacinto da Silva - Estava como vigário paroquial em Flores.
(Posse canônica dia 22 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DAS DORES – SÃO JOSÉ DO BELMONTE – PE
Padre atual: Pe. Antônio de Lisboa de Andrade (Pároco)
Padre sucessor: Pe. José Ailton da Costa Silva - Estava na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama.
(Posse canônica dia 9 de março de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO JUDAS TADEU – SÃO JOSÉ DO EGITO – PE
Padre atual: Pe. Jorge Dias de Siqueira (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Clodoaldo Fernando Alves de Carvalho - Estava na Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios, em Tabira.
(Posse canônica dia 10 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO – QUIXABA – PE  
Padre atual: Pe. Evandro Oliveira de Lima (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Adhemar Lucena de Almeida - Estava na Paróquia de São Pedro, em Itapetim.
(Posse canônica dia 16 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE SÃO PEDRO - ITAPETIM
Padre atual: Pe. Adhelmar Lucena de Almeida (Pároco)
Padre sucessor: Pe. Jorge Dias de Siqueira - Estava na Paróquia de São Judas, em São José do Egito.
(Posse canônica dia 2 de fevereiro de 2019, às 19h)

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA PENHA – SERRA TALHADA – PE
Vigário Paroquial: Pe. André Ferreira da Cruz

PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ – SÃO JOSÉ DO BELMONTE – PE
Vigário Paroquial: Pe. Renato Pereira de Almeida

TEMPO SABÁTICO
Padres:

Pe. Evandro Oliveira de Lima
Pe. Antônio de Lisboa de Andrade – irá cursar DIREITO em Serra Talhada
Pe. Hélio Claúdio da Silva Lima – Irá cursar DIREITO CANÔNICO no Rio de Janeiro

Solidão e Santa Terezinha dão adeus ao padre Genildo

Duas missas de corpo presente do padre Genildo Herculano foram celebradas na quarta (14), sendo uma em Solidão, onde o padre atuava como pároco e a outra em sua cidade natal, Santa Terezinha.

A missa em Solidão foi presidida pelo vigário geral da diocese de Afogados da Ingazeira, Monsenhor João Carlos Acioly Paz e, a de Santa Terezinha, presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol.

Quase todo o clero da diocese se fez presente nas duas celebrações em que a emoção em alguns momentos tomou de conta dos que acompanhavam.

O sepultamento do padre Genildo aconteceu na manhã desta quinta na cidade de Santa Terezinha.