NOTÍCIAS DA DIOCESE

Nota da CNBB sobre ação no STF que inclui a questão do aborto

O Conselho Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu nesta quarta-feira, 21 de setembro de 2016, Nota Oficial para manifestar a posição do episcopado com relação a Ação Direta de Inconstitucionalidade-ADI 5581 que tramita no Supremo Tribunal Federal-STF. Essa ADI questiona a lei 13.301/2016 que trata da adoção de medidas de vigilância em saúde, relativas ao vírus da dengue, chikungunya e zika.

Os bispos concordam que é urgente “que o Governo implemente políticas públicas para enfrentar efetivamente o vírus da zika, como, por exemplo, um eficiente diagnóstico e acompanhamento na rede pública de saúde”. No entanto, consideram estranho e indigno que se introduza nesse contexto da ADI a questão do aborto: “É uma incoerência que ela defenda os direitos da criança afetada pela síndrome congênita e, ao mesmo tempo, elimine seu direito de nascer”.

Intitulada "Em defesa da integridade da vida", a Nota da CNBB destaca a posição tradicional da Igreja sobre o aborto e traz uma denúncia sobre os interesses de grupos que que se aproveitam para colocar a questão do aborto no contexto do debate da ADI: “Repudiamos o aborto e quaisquer iniciativas que atentam contra a vida, particularmente, as que se aproveitam das situações de fragilidade que atingem as famílias. São atitudes que utilizam os mais vulneráveis para colocar em prática interesses de grupos que mostram desprezo pela integridade da vida humana”.

Os membros do Conselho apontaram para o exemplo das paralimpíadas: “As paralimpíadas trouxeram uma lição a ser assimilada por todos. O sentimento humano que brota da realidade dos atletas paralímpicos, particularmente das crianças que participaram das cerimônias festivas, nasce da certeza de que a humanidade se revela ainda mais na fragilidade”.  E os bispos concluem pedindo para que as comunidades cristãs ofereçam acolhimento e apoio às vítimas da microcefalia: “Solidarizamo-nos com as famílias que convivem com a realidade da microcefalia e pedimos às nossas comunidades que lhes ofereçam acolhida e apoio”.

Leia a nota na íntegra:

NOTA DA CNBB EM DEFESA DA INTEGRIDADE DA VIDA

“ Escolhe, pois, a vida, para que vivas. ” (Dt 30,19b)

 

O Conselho Episcopal Pastoral – CONSEP, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 20 e 21 de setembro de 2016, vem manifestar sua posição com relação a Ação Direta de Inconstitucionalidade-ADI 5581 que tramita no Supremo Tribunal Federal-STF. Essa ADI questiona a lei 13.301/2016 que trata da adoção de medidas de vigilância em saúde, relativas ao vírus da dengue, chikungunya e zika.

Urge, de fato, como pede a ADI, que o Governo implemente políticas públicas para enfrentar efetivamente o vírus da zika, como, por exemplo, um eficiente diagnóstico e acompanhamento na rede pública de saúde. Além disso, seja estendido por toda a vida o benefício para criança com microcefalia e não por apenas três anos, como estabelece o artigo 18 da lei 13.301/2016. Ao contrário do que prevê o parágrafo segundo desse artigo, o benefício seja concedido imediatamente ao nascimento da criança e não após a cessação do salário maternidade.

Causa-nos estranheza e indignação a introdução do aborto na ADI. É uma incoerência que ela defenda os direitos da criança afetada pela síndrome congênita e, ao mesmo tempo, elimine seu direito de nascer. Nenhuma deficiência, por mais grave que seja, diminui o valor e a dignidade da vida humana e justifica o aborto. “Merecem grande admiração as famílias que enfrentam com amor a difícil prova de um filho com deficiência. Elas dão à Igreja e à sociedade um precioso testemunho de fidelidade ao dom da vida” (Papa Francisco, Amoris Laetitia, 47).

Repudiamos o aborto e quaisquer iniciativas que atentam contra a vida, particularmente, as que se aproveitam das situações de fragilidade que atingem as famílias. São atitudes que utilizam os mais vulneráveis para colocar em prática interesses de grupos que mostram desprezo pela integridade da vida humana.

As paralimpíadas trouxeram uma lição a ser assimilada por todos. O sentimento humano que brota da realidade dos atletas paralímpicos, particularmente das crianças que participaram das cerimônias festivas, nasce da certeza de que a humanidade se revela ainda mais na fragilidade.

Solidarizamo-nos com as famílias que convivem com a realidade da microcefalia e pedimos às nossas comunidades que lhes ofereçam acolhida e apoio. Rogamos a proteção de Nossa Senhora, Mãe de Jesus, para todos os brasileiros e brasileiras.

Dom Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília

Presidente da CNBB

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger

Arcebispo de São Salvador da Bahia

Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário-Geral da CNBB

CNBB e Pastoral do Menor lançam campanha “Dê oportunidade”

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Pastoral do Menor, em parceria com mais 23 instituições, lançaram nesta segunda, 5 de setembro, a Campanha "Dê Oportunidade. Faça diferente, ninguém nasce infrator", que tem como objetivo levar à sociedade um outro olhar sobre o adolescente que cometeu ato infracional. O lançamento ocorreu na sede da CNBB, em Brasília.

A iniciativa visa informar, esclarecer e sensibilizar a sociedade sobre o significado humano, social e político das Medidas Socioeducativas (MSE) para a vida da sociedade e dos adolescentes autores de atos infracionais; pautar os governos e executores das políticas públicas e todos os atores dos Sistemas de Garantia dos Direitos sobre as necessidades de fortalecimento a aprimoramento do Sistema Socioeducativo (Sinase); divulgar as práticas exitosas na efetivação das MSE, seja nos projetos da Pastoral do Menor como dos parceiros.

A Campanha é voltada para gestores de políticas públicas, sistema judiciário, conselhos de controle social e tutelares, educadores sociais, adolescentes, escolas, representantes de comunidades e movimentos sociais em geral. No lançamento, será oferecido material impresso e audiovisual para dar apoio à realização de oficinas, rodas de conversas, seminários e audiências públicas.

Papa pede reza pelo Brasil "neste momento triste"

O papa Francisco pediu uma reza a Nossa Senhora Aparecida para que proteja "todo o Brasil e todo o povo brasileiro neste momento triste", durante a inauguração de uma pequena estátua de bronze da padroeira do País nos jardins vaticanos neste sábado.

O pontífice também convidou a rezar para que a imagem proteja os mais pobres, os idosos abandonados, as crianças de rua e os que caem nas mãos dos exploradores de todos os tipos e para que salve seu povo com a justiça social e com o amor de Jesus Cristo".

Durante o ato, o papa se mostrou "contente" por ter a imagem de Nossa Senhora Aparecida nos jardins vaticanos e explicou que não sabe se será possível visitar o Brasil em 2017, como tinha prometido em 2013 durante a viagem pela Jornada Mundial da Juventude.

"Em 2013, tinha prometido que voltaria no ano que vem. Não sei se será possível, mas pelo menos a terei (a imagem) aqui mais perto", explicou.

Lei da Ficha Limpa é defendida pela CNBB em nota oficial

No texto, os bispos conclamam "a população, legítima autora da Lei da Ficha Limpa, a defendê-la de toda iniciativa que vise ao seu esvaziamento"

O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou, na quarta-feira, 24, nota em defesa da Lei da Ficha Limpa. No texto, os bispos rejeitam toda e qualquer tentativa de desqualificar a lei, que “é resultado da mobilização popular e que expressa a consciência da população de que, na política não há lugar para corruptos”.

Confira, abaixo, a nota na íntegra.

NOTA DA CNBB EM DEFESA DA LEI DA FICHA LIMPA

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 23 e 24 de agosto, vem reafirmar a importância da Lei 135/2010, a Lei da Ficha Limpa, rejeitando toda e qualquer tentativa de desqualificá-la. Resultado da mobilização popular que coletou 1,6 milhões de assinaturas, a Lei da Ficha Limpa expressa a consciência da população de que, na política, não há lugar para corruptos.

Tendo sua constitucionalidade confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que, em 2012, votou favoravelmente pelas Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADC 29 e 30), a Lei da Ficha Limpa insere-se no rol das leis mais importantes no combate à corrupção eleitoral e na moralização da política. Respaldada por grandes juristas e aprovada pelo Congresso Nacional, ela atesta a sobriedade de quem a propôs de forma que atacá-la ou menosprezá-la é enfraquecer a vontade popular de lutar contra a corrupção.

Recebemos com perplexidade a decisão do STF que reconhece a exclusividade das Câmaras Municipais para julgar as contas dos prefeitos em detrimento da competência dos Tribunais de Contas. Na prática, isso significa o fim da inelegibilidade dos executivos municipais mesmo que tenham suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas. Trata-se de um duro golpe contra a Lei da Ficha Limpa o qual favorecerá o fisiologismo político e a corrupção, considerando o poder de barganha que pode haver entre o executivo e o legislativo municipais.

Conclamamos a população, legítima autora da Lei da Ficha Limpa, a defendê-la de toda iniciativa que vise ao seu esvaziamento. Urge não dar trégua ao combate à corrupção eleitoral e a tudo que leve ao desencanto com a política cujo objetivo é a justiça e o bem comum, construído pacífica e eticamente.

Brasília, 24 de agosto de 2016.

Dom Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília-DF

Presidente da CNBB

 

Dom Murilo S. R. Krieger

Arcebispo de S. Salvador da Bahia-BA

Vice-Presidente da CNBB

 

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo auxiliar de Brasília-DF

Secretário-Geral da CNBB

Somos Templos do Senhor, disse dom Egidio durante missa da Dedicação da Catedral

Na noite desta quarta, 24 de agosto, aconteceu na Catedral de Afogados da Ingazeira a missa solene da dedicação da mesma. Há exatos 15 anos, o então bispo emérito, dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, presidiu a concelebração eucarística da Dedicação da Catedral que, a época, estava como pároco o padre Edilberto Aparecido Brasil de Sá.

O bispo diocesano, Dom Egidio Bisol, destacou a importância da celebração da dedicação, ele que esteve participando da missa histórica no dia 24 de agosto de 2001, cerimoniando ao lado de dom Francisco no primeiro ano da Dedicação da Catedral.

Dom Egidio também lembrou aos presentes que aquele momento era especial, pois além da missa de dedicação, era o aniversário da ordenação episcopal de dom Francisco com 55 anos, ele que foi ordenado no dia 24 de agosto de 1961.

“Eu sou templo do Senhor, você é templo do Senhor, nós somos templos do Senhor”, assim concluiu a celebração dom Egidio Bisol.

Dom Egidio também pediu orações pelo momento difícil que a Itália está passando com terremotos que estão ocorrendo naquele País e que já causou várias mortes.

Confira imagens do grupo da diocese na JMJ 2016 - parte 1

Dom Egidio com um amigo da mesma diocese e mesma cidade e que foi ordenado bispo há poucos meses

Durante o Ofício no dia de Santa Maria Madalena

Dom Egido com dom Adriano, amigo e colega de turma desde os primeiros anos de seminário

Após JMJ da Cracóvia, caravana da diocese de Afogados chega na sexta (5) ao Pajeú

Terminou neste domingo, 31 de julho, a Jornada Mundial da Juventude que ocorreu na Cracóvia, Polônia. Uma caravana da diocese de Afogados da Ingazeira composta por 18 pessoas estiveram representando a diocese do Pajeú no evento. A caravana viajou no dia 16 deste mês, pouco mais de uma semana antes do início da JMJ, onde realizou uma grande peregrinação visitando o Santuário de Fátima, bem como Vicenza, a cidade onde nasceu o bispo diocesano de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, e outras cidades. Dom Egidio viajou junto com a caravana da diocese que contou com a participação dos padres Josenildo Nunes, Claudivan Siqueira, Antônio Rogério, Ailton Costa, Wanderson Eduardo e representando o setor juvenil da diocese, o padre Erinaldo Sultério. Dois seminaristas também estiveram participando da caravana que contou com a participação de alguns leigos da diocese. O Pe. Bento da diocese de Patos também se integrou ao grupo. Eles estarão chegando na próxima quinta (4) a Recife e na sexta em Afogados.

O Papa anunciou neste domingo (31) que o Panamá vai acolher a próxima edição internacional da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em 2019.

Esta é a quarta vez que a JMJ é acolhida por uma cidade americana, mas a primeira em que vai decorrer na América Central.

“A providência de Deus precede-nos sempre. Pensai que já decidiu qual será a próxima etapa desta grande peregrinação iniciada em 1985 por São João Paulo II. E, por isso, é com alegria que vos anuncio que a próxima Jornada Mundial da Juventude – depois das duas a nível diocesano – será em 2019, no Panamá”, disse Francisco, antes da conclusão da Missa de encerramento da JMJ 2016, que decorreu desde terça-feira na cidade polaca de Cracóvia.

O anúncio foi saudado por uma delegação de jovens panamianos, com bandeiras do país, que estavam junto ao altar, para assinalar o momento.

O Panamá é o país com maior percentagem de católicos na América Central: os cerca de 2,6 milhões de batizados representam 80% da população; a Igreja Católica está organizada, territorialmente, nesta nação, em oito dioceses.

No final da JMJ 2016, o Papa quis agradecer a todo os que contribuíram para o seu “bom êxito” e aos jovens que encheram Cracóvia com o “entusiasmo contagiante” da sua fé.

“Foi uma oxigenação espiritual, para poderdes viver e caminhar na misericórdia quando voltardes aos vossos países e às vossas comunidades”, disse, no ‘Campus da Misericórdia’, espaço ao ar livre que acolheu os eventos finais da JMJ de Cracóvia.

“Pela intercessão de Maria, invocamos o Espírito Santo para que ilumine e sustente o caminho dos jovens, na Igreja e no mundo, a fim de serdes discípulos e testemunhas da Misericórdia de Deus”, concluiu.

As JMJ nasceram por iniciativa de João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.

Este é um acontecimento religioso e cultural que reúne jovens de todo o mundo durante uma semana.

A JMJ realiza-se, a cada dois ou três anos numa grande cidade: em 1987, Buenos Aires (Argentina); em 1989, Santiago de Compostela (Espanha); em 1991, Czestochowa (Polónia); em 1993 em Denver (EUA); em 1995, Manila (Filipinas); em 1997, Paris (França); em 2000, Roma (Itália); em 2002, Toronto (Canadá); em 2005, Colónia (Alemanha); em 2008, Sidney (Austrália); em 2011, Madrid (Espanha); Rio de Janeiro (Brasil), em 2013; e Cracóvia (Polónia), em 2016.

Durante missa da Padroeira, Santa Maria Madalena, Monsenhor pede que pais imponham limites aos filhos

Na noite desta sexta (22) aconteceu na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios a missa em honra a Santa Maria Madalena, padroeira da diocese de Afogados da Ingazeira. A missa foi presidida pelo vigário geral da diocese, Monsenhor João Carlos Acioly Paz e concelebrada pelos padres Juacir Delmiro, José Valme e Aderlan Siqueira. Também estiveram presentes vários seminaristas do seminário Maior e do Menor.

Houve uma grande participação dos fieis que lotaram as dependências da Catedral e acompanharam ao final da celebração, a procissão com a Imagem da padroeira diocesana, Santa Maria Madalena, pelo centro da cidade.

Durante a homilia, o Monsenhor disse que os Textos Sagrados da celebração deste dia, nos ajudam a refletirmos sobre algo muito importante na nossa vida que é o amor, a saudade e a perseverança. De acordo com o Monsenhor, Maria Madalena foi para nós modelo dessas três virtudes em que teve amor a Jesus Cristo, chorou um sentimento de saudade e de ternura, e foi perseverante porque não desanimou diante da procura incessante da pessoa de Jesus Cristo. “Pegando esses três temas: amor, saudade e perseverança, nós podemos também nos alegrarmos porque Maria Madalena foi a primeira testemunha da ressurreição. Foi Ela que anunciou em primeiro lugar a alegria do Ressuscitado. Então nós, dessa diocese de Afogados da Ingazeira, somos felizes, somos agraciados, porque temos como protetora, intercessora de cada um de nós, Aquela que anunciou em primeira mão, em primeiro lugar a alegria da ressurreição”, disse João Carlos.

O Monsenhor também falou sobre os últimos acontecimentos de violência na região, a exemplo do estupro a uma jovem de 15 anos que aconteceu na zona rural de Afogados (Sítio Jiquiri) e do assassinato de um idoso de 86 anos em Solidão. “Infelizmente, estamos perdendo essa sensibilidade de amar. Quando se estupra uma menina de 15 anos e mata um idoso de 86 anos significa que nós estamos perdendo a sensibilidade e a dimensão de amar e de dar testemunho de Jesus Cristo”, disse.

Ainda falando sobre a violência que vem assustando a região do Pajeú, o Monsenhor cobrou que precisamos resgatar os valores humanos nas famílias. “É claro que todos nós queremos uma desculpa, que todos nós queremos encontrar um culpado, mas o que eu acho fundamental é que se não resgatar os valores humanos em nossas famílias, não tem polícia, não tem Ministério Público, não tem nada que dê jeito se a educação não começar na família. Estamos passando por tudo isso, porque as nossas famílias passam por uma crise de identidade, e essa crise de identidade é algo muito sério que é falta de respeito na própria família”, afirmou.

Para concluir, o vigário geral da diocese pediu para que os pais e mães imponham limites aos filhos, pois só assim, vai conseguir educá-los. “Se desde pequeno, você não impõem limite a criança, o pai dá uma ordem e a mãe desmancha, a mãe dá uma ordem e o pai desmancha, essa família vai se tornar uma baderna oficial. E ai quando tiver um filho ou filha de 15 anos, no lugar de você educar, você vai ser educada, ou seja, no lugar de você impor limites como impor na infância, você agora vai pagar e derramar um sangue muito caro. Não tenha medo de impor limites, não tenha medo de educar seu filho, sua filha com limites, porque se você não fizer isso, as consequências é que nós estamos vendo ai”, concluiu. 

Encerrado primeiro módulo do Curso Bíblico para leigos e leigas da diocese

Encerrou-se no domingo, 17 de julho, no Centro Pastoral Diocesano Stella Maris na cidade de Triunfo-PE o primeiro módulo do curso Bíblico Pastoral Teológico oferecido pela Diocese de Afogados da Ingazeira destinado aos leigos e leigas.

O módulo se deu dos dias 09/07 até o dia 17/07, abordando ao longo desses nove dias o tema Bíblia. O bispo, dom Egidio Bisol, juntamente com vários padres da diocese estiveram se revezando para aprofundar o estudo durante esse período.

Foi notável também na turma a grande participação da juventude, mostrando que o jovem também está mais do que nunca engajado nos trabalhos pastorais.

A missa de encerramento foi presidida pelo vigário geral da diocese, Monsenhor João Carlos Acioly, que agradeceu a participação e empenho de todos, ressaltando a importância da acolhida do leigo na igreja e a pré disposição desses ao serviço pastoral.