NOTÍCIAS DA DIOCESE

Dom Egidio preside Santa Missa na Basílica de São João de Latrão

Segundo dia da Visita "Ad Limina Apostolorum", em Roma.
 
O primeiro compromisso desta terça-feira, 17 de maio, foi a Santa Missa na Basílica de São João do Latrão, Mater et Caput, de todas às Igrejas de Roma e do Mundo; apesar da importância espiritual e histórica da Basílica de São Pedro no Vaticano, é a Basílica Lateranense a Catedral da Diocese de Roma, que preside todas às Igrejas na Caridade.
 
Presidiu a celebração eucarística Dom Egídio Bisol, Bispo de Afogados da Ingazeira, que aproveitou a solene ocasião para agradecer a Deus pelos 50 anos de ordenação sacerdotal, que celebrará no próximo 31 de maio, e os seus 75 anos de vida, aos 23 de dezembro do ano em curso; ele foi ladeado por Dom Mariano Manzana, Bispo de Mossoró-RN e por Dom Francisco de Sales, Bispo de Cajazeiras-PB, concelebraram os demais Arcebispos e Bispos do Regional Nordeste 2 da CNBB, e o Pe. José Gilson, Administrador da Diocese Vacante de Salgueiro.
 
Após a missa os bispos seguiram para as reuniões, juntos aos Dicastérios da Cúria Romana: na parte da manhã visitarão o Dicastério para os Bispos, e a Secretaria de Estado do Vaticano, na parte da tarde será a visita ao Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos e a Comissão para a América Latina.
 
Que Deus abençoe e acompanhe  os nossos Pastores, em sua importante visita nesses dias a cidade de Roma.
 
Texto e fotos @padrethiagolopes 
Diocese de Garanhuns-PE

Bispos divulgam mensagem ao povo brasileiro: Fé, esperança e corajoso compromisso com a vida e o Brasil

A 59ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou a tradicional Mensagem ao Povo Brasileiro. O texto apresenta “uma mensagem de fé, esperança e corajoso compromisso com a vida e o Brasil”. Os bispos lembraram da solidariedade para a superação da pandemia, agradeceram às famílias e agentes educativos pelo cuidado no campo da educação e dedicaram reflexões sobre a realidade do país, cujo quadro atual “é gravíssimo”. Para os bispos, “o Brasil não vai bem!”.
 
Diante da complexa e sistêmica crise ética, econômica, social e política, a CNBB espera que os governantes “promovam grandes e urgentes mudanças, em harmonia com os poderes da República, atendo-se aos princípios e aos valores da Constituição de 1988”.
 
A mensagem também aborda o processo eleitoral deste ano, envolto “de incertezas e radicalismos, mas, potencialmente carregado de esperança”. Também chama atenção para as ameaças ao pleito, além de reforçar um apelo pela democracia brasileira.
 
Ao final do texto, os bispos convidam a todos, particularmente a juventude, “a deixarem-se guiar pela esperança e pelo desejo de uma sociedade justa e fraterna”.
 
Confira o texto na íntegra:
 
 
P – Nº. 0099/22
 
MENSAGEM AO POVO BRASILEIRO
 
59ª. Assembleia Geral da CNBB
 
“A esperança não decepciona” (Rm 5,5).
 
Guiados pelo Espírito Santo e impulsionados pela Ressurreição do Senhor, unidos ao Papa Francisco, nós, bispos católicos, em comunhão e unidade, reunidos para a primeira etapa da 59ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, de modo on-line e com a representação de diversos organismos eclesiais, dirigimos ao povo brasileiro uma mensagem de fé, esperança e corajoso compromisso com a vida e o Brasil.
 
Enche o nosso coração de alegria perceber a explosão de solidariedade, que tem marcado todo o País na luta pela superação do flagelo sanitário e social da COVID-19. A partilha de alimentos, bens e espaços, a assistência a pessoas solitárias e a dedicação incansável dos profissionais de saúde são apenas alguns exemplos de incontáveis ações solidárias. Gestores de saúde e agentes públicos, diante de um cenário de medo e insegurança, foram incansáveis e resilientes. O Sistema Único de Saúde-SUS mostrou sua fundamental importância e eficácia para a proteção social dos brasileiros. A consciência lúcida da necessidade dos cuidados sanitários e da vacinação em massa venceu a negação de soluções apresentadas pela ciência. Contudo, não nos esquecemos da morte de mais de 660.000 pessoas e nos solidarizamos com as famílias que perderam seus entes queridos, trazendo ambas em nossas preces.
 
Agradecemos ainda, de modo particular às famílias e outros agentes educativos, que não se descuidaram da educação das crianças, adolescentes, jovens e adultos, apesar de todas as dificuldades. Com certeza, a pandemia teria consequências ainda mais devastadoras, se não fosse a atuação das famílias, educadores e pessoas de boa vontade, espírito solidário e abnegado. A Campanha da Fraternidade 2022 nos interpela a continuar a luta pela educação integral, inclusiva e de qualidade.
 
A grave crise sanitária encontrou o nosso País envolto numa complexa e sistêmica crise ética, econômica, social e política, que já nos desafiava bem antes da pandemia, escancarando a desigualdade estrutural enraizada na sociedade brasileira. A COVID-19, antes de ser responsável, acentuou todas essas crises, potencializando-as, especialmente na vida dos mais pobres e marginalizados.
 
O quadro atual é gravíssimo. O Brasil não vai bem! A fome e a insegurança alimentar são um escândalo para o País, segundo maior exportador de alimentos no mundo, já castigado pela alta taxa de desemprego e informalidade. Assistimos estarrecidos, mas não inertes, os criminosos descuidos com a Terra, nossa casa comum. Num sistema voraz de “exploração e degradação” notam-se a dilapidação dos ecossistemas, o desrespeito com os direitos dos povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, a perseguição e criminalização de líderes socioambientais, a precarização das ações de combate aos crimes contra o meio ambiente e projetos parlamentares desastrosos contra a casa comum.
 
Tudo isso desemboca numa violência latente, explícita e crescente em nossa sociedade. A crueldade das guerras, que assistimos pelos meios de comunicação, pode nos deixar anestesiados e desapercebidos do clima de tensão e violência em que vivemos no campo e nas cidades. A liberação e o avanço da mineração em terras indígenas e em outros territórios, a flexibilização da posse e do porte de armas, a legalização do jogo de azar, o feminicídio e a repulsa aos pobres, não contribuem para a civilização do amor e ferem a fraternidade universal.
 
Diante deste cenário esperamos que os governantes promovam grandes e urgentes mudanças, em harmonia com os poderes da República, atendo-se aos princípios e aos valores da Constituição de 1988, já tão desfigurada por meio de Projetos de Emendas Constitucionais. Não se permita a perda de direitos dos trabalhadores e dos pobres, grande maioria da população brasileira. A lógica do confronto que ameaça o estado democrático de direito e suas instituições, transforma adversários em inimigos, desmonta conquistas e direitos consolidados, fomenta o ódio nas redes sociais, deteriora o tecido social e desvia o foco dos desafios fundamentais a serem enfrentados.
 
Nesse contexto, iremos este ano às urnas. O cenário é de incertezas e radicalismos, mas, potencialmente carregado de esperança. Nossas escolhas para o Executivo e o Legislativo determinarão o projeto de nação que desejamos. Urge o exercício da cidadania, com consciente participação política, capaz de promover a “boa política”, como nos diz o Papa Francisco. Necessitamos de uma política salutar, que não se submeta à economia, mas seja capaz de reformar as instituições, coordená-las e dotá-las de bons procedimentos, como as conquistas da Lei da Ficha Limpa, Lei Complementar 135 de 2010, que afasta do pleito eleitoral candidatos condenados em decisões colegiadas, e da Lei 9.840 de 1999, que criminaliza a compra de votos. Não existe alternativa no campo democrático fora da política com a ativa participação no processo eleitoral.
 
Tentativas de ruptura da ordem institucional, hoje propagadas abertamente, buscam colocar em xeque a lisura do processo eleitoral e a conquista irrevogável do voto. Tumultuar o processo político, fomentar o caos e estimular ações autoritárias não são, em definitivo, projeto de interesse do povo brasileiro. Reiteramos nosso apoio às Instituições da República, particularmente aos servidores públicos, que se dedicam em garantir a transparência e a integridade das eleições.
 
Duas ameaças merecem atenção especial. A primeira é a manipulação religiosa, protagonizada tanto por alguns políticos como por alguns religiosos, que coloca em prática um projeto de poder sem afinidade com os valores do Evangelho de Jesus Cristo. A autonomia e independência do poder civil em relação ao religioso são valores adquiridos e reconhecidos pela Igreja e fazem parte do patrimônio da civilização ocidental. A segunda é a disseminação das fake news, que através da mentira e do ódio, falseia a realidade. Carregando em si o perigoso potencial de manipular consciências, elas modificam a vontade popular, afrontam a democracia e viabilizam, fraudulentamente, projetos orquestrados de poder. É fundamental um compromisso autêntico com a verdade e o respeito aos resultados nas eleições. A democracia brasileira, ainda em construção, não pode ser colocada em risco.
 
Conclamamos toda a sociedade brasileira a participar das eleições e a votar com consciência e responsabilidade, escolhendo projetos representados por candidatos e candidatas comprometidos com a defesa integral da vida, defendendo-a em todas as suas etapas, desde a concepção até a morte natural. Que também não negligenciem os direitos humanos e sociais, e nossa casa comum onde a vida se desenvolve. Todos os cristãos somos chamados a preocuparmo-nos com a construção de um mundo melhor, por meio do diálogo e da cultura do encontro, na luta pela justiça e pela paz.
 
Agradecemos os muitos gestos de solidariedade de nossas comunidades, por ocasião da pandemia e dos desastres ambientais. Encorajamos as organizações e os movimentos sociais a continuarem se unindo em mutirão pela vida, especialmente por terra, teto e trabalho. Convidamos a todos, irmãos e irmãs, particularmente a juventude, a deixarem-se guiar pela esperança e pelo desejo de uma sociedade justa e fraterna. Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, obtenha de Deus as bênçãos para todos nós.
 
Brasília – DF, 29 de abril de 2022.
 
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB
 
Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre, RS
1º Vice-Presidente 
 
Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima, RR
2º Vice-Presidente
 
Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, RJ
Secretário-Geral

 

Missa de sétimo dia pelo falecimento do Monsenhor João Carlos foi celebrada na Catedral

O bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, presidiu na tarde desta quinta (21), na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, a missa de sétimo dia pelo falecimento do Monsenhor João Carlos Acioly Paz.
 
Estiveram presentes, o ex-bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Luís Gonzaga da Silva Pepeu e representando o Regional Nordeste 2 o bispo de Cajazeiras, dom Francisco de Sales, além de vários padres da diocese e de outras dioceses.
 
Dom Egidio saudou aos que estavam presentes participando desse momento tão difícil por qual passa a diocese. “É bom sentirmos essa unidade, de momentos complicados, difíceis e dolorosos como esse. Isso também nos ajuda a continuarmos a nossa caminhada, com fé, esperança. Seguindo também o exemplo daqueles que foram à nossa frente”, disse o bispo.
 
A homilia ficou por conta do bispo de Cajazeiras e secretário da CNBB do Regional Nordeste 2, dom Francisco de Sales, que falou da pessoa que foi o Monsenhor João Carlos. “Ele de forma humilde e discreta, como bem o conhecemos, buscou tecer a trama de sua existência, unindo-a com fio dourado do serviço e do amor a Cristo, à Igreja, ao sacerdócio, a cada pessoa que dele se aproximava, não dispensando a alegria e o bom humor como expressões de sua fidelidade ao dom e a missão que ele recebeu”, pontuou dom Francisco de Sales.

CNBB NE2 emite nota de pesar pelo falecimento do Monsenhor Joao Carlos

A Presidência do Regional Nordeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB NE2) divulgou, neste Sábado de Aleluia (16), nota de pesar pelo falecimento do monsenhor João Carlos Acioly Paz, de 61 anos.
 
O sacerdote era vigário-geral da Diocese de Afogados da Ingazeira (PE) e faleceu na Sexta-feira Santa após complicações causadas por um câncer no pâncreas.
 
O texto da CNBB NE2 expressa solidariedade à toda a Igreja do sertão pernambucano e aos familiares do monsenhor João Carlos. A mensagem também destaca as orações para que o sacerdote “encontre no abraço da misericórdia de Deus o acolhimento destinado ao ‘servo bom e fiel'”.
 
Por fim, a Presidência do Regional agradece a Deus pelos “inúmeros serviços prestados” pelo religioso às dioceses e arquidioceses de Alagoas, da Paraíba, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, sobretudo como vigário judicial e presidente do Tribunal Eclesiástico e de Apelação do Regional Nordeste 2.

Falece o Vigário Geral da Diocese, Monsenhor João Carlos

 
É com imenso pensar que, a Diocese de Afogados da Ingazeira comunica o falecimento do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, Vigário Geral da Diocese. 
 
O Monsenhor tinha 61 anos e não o resistiu a um quadro de câncer de pâncreas que apresentou complicações depois de dois anos de tratamento.
 
Monsenhor nasceu em Jabitacá,  distrito de Iguaracy em 10 de julho de 1960. Era um dos filhos de Dona Cordeira e seu Pedro.
 
O Monsenhor João Carlos foi ordenado sacerdote em 29 de dezembro de 1984 na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, pelas mãos de Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho. 
 
O Monsenhor passou pelas paróquias do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira; de São Sebastião, em Iguaracy; de Nossa Senhora da Conceição, em Flores e do Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama, paróquia que atuava desde 2019. 
 
De 2002 e 2008 e de 2010 a 2022 foi vigário geral da diocese de Afogados da Ingazeira. Durante o período de sede vacante na diocese, assumiu a função de Administrador Diocesano.
 
Trabalhou como Diretor Presidente, Diretor Pedagógico e professor da Faculdade do Sertão do Pajeú, antiga Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira.
 
Exerceu a função de vigário judicial e presidente do Tribunal Eclesiástico e de Apelação do Regional Nordeste 2 (Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas). 
 
Na Rádio Pajeú, foi Diretor Administrativo e, atualmente, estava como Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios.

Dom Egidio preside Missa Vespertina da Ceia do Senhor

Com o tradicional rito do lava-pés na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, o bispo diocesano dom Egidio Bisol deu início ao Tríduo Pascal.
 
A missa desta Quinta-Feira Santa, também é chamada de Santa Missa Vespertina da Ceia do Senhor.
 
Ao recordar a Última Ceia de Jesus com os discípulos, celebra-se a instituição da Eucaristia na Igreja. Além disso, ocorre o rito do lava-pés, repetindo o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus discípulos, deixando a todos um testemunho da vocação ao serviço do mundo e da Igreja.
 
Neste ano, foram lavados os pés dos catequistas.
 
Dom Egidio falou da importância e do significado para todo cristão pôr em prática ‘lavar os pés do próximo’. “O grande chamado para a noite de hoje é ter a capacidade de juntar as duas coisas, e não separar as duas coisas (Missa com a partilha do vinho e o lava-pés devem andar juntos) para que toda vez que celebrarmos a Eucaristia, saiamos fortalecidos para o serviço aos irmãos. E todas as vezes que estamos fazendo um serviço aos irmãos nós possamos dizer nesta hora estou sendo parecido com Jesus, não é só uma ação social que estou fazendo não, é um momento de comunhão com Ele, porque Ele fez isso e, a medida que eu fizer isso, também me torno mais parecido com Ele”, concluiu dom Egidio.

Clero renova promessas sacerdotais durante Missa do Crisma

Na noite desta quarta, 13 de abril, o bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, presidiu na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios a Missa do Crisma (Santos Óleos).
 
No início da celebração, dom Egidio falou sobre o momento que estamos vivendo, citando guerra e pandemia. “Nós estamos vivendo tempos complicados, se de um lado estamos mais tranquilos em relação à pandemia, do outro lado a guerra nos traz inseguranças, e não temos sinais concretos que se acabe depressa, infelizmente”, disse.
 
O bispo também pediu orações pelo Monsenhor João Carlos que se encontra enfermo. “Nós também estamos em comunhão também com os irmãos que não estão aqui, hoje, os padres irão renovar os seus compromissos, todos os que estão aqui, tirando os que estão doentes, estão presentes. Então, estamos todos em comunhão com todos eles e de uma maneira toda especial com o Monsenhor João Carlos para que ele possa sentir também nossa fraternidade e, também, através de nossa oração o Senhor alivie seus sofrimentos”, concluiu.
Durante a missa, foi entregue o resumo sobre o Sínodo realizado pelas 24 paróquias da diocese, onde ficará a critério do coordenador de pastoral da diocese, Pe. Antônio Rogério Veríssimo, fazer a síntese e enviar todo o material para a Conferência Episcopal.
 
Durante esta celebração, se abençoa o óleo dos catecúmenos, dos enfermos e se consagra o óleo do Santo Crisma. Daí o fato de a celebração ser também chamada de ‘Missa dos Santos Óleos’.
 
Após o término do rito, os padres voltam para suas comunidades e levam a porção dos óleos para que possa ocorrer a prática dos sacramentos dos seus fiéis.
 
Nela também se renovam as promessas sacerdotais pronunciadas no dia da ordenação, sendo também chamada de "Missa da Unidade", expressando a comunhão diocesana em torno do Mistério Pascal de Cristo, constituindo um momento forte de comunhão eclesial, de participação intensa das comunidades e de valorização dos sacramentos da vida da Igreja.

11 candidatos ao diaconato são admitidos às Ordens Sacras

Na noite da quinta, 24 de fevereiro, durante missa na matriz de Nossa Senhora das Dores, em Triunfo, foram apresentados à comunidade diocesana e ao clero diocesano, 11 candidatos ao diaconato permanente. Eles deram início aos estudos no ano de 2018.
 
“Queremos tornar público esse momento para que sirva também como um incentivo vocacional para esta vocação de diácono permanente que já tem 25 anos de história na nossa diocese, 1997 foram os primeiros diáconos e que tem ainda um número reduzido de diáconos. É um momento muito bom para nossa Igreja que quer crescer cada vez mais nessa dimensão ministerial”, disse dom Egidio.
 
Foram admitidos às Ordens Sacras:
 
Alan Michel Nogueira – Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios (Afogados da Ingazeira)
Carlos Edson Freire – Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Serra Talhada) 
Claudionor Fernandes de Araújo – Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Serra Talhada)
Espedito Matias da Silva – Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios (Afogados da Ingazeira)
Fábio Junior Bezerra – Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Santa Cruz da Baixa Verde)
Genaldo Araújo dos Santos – Paróquia de São Pedro (Itapetim)
Gilmar Miguel Rodrigues – Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Santa Cruz da Baixa Verde)
Josito Ferreira de Menezes – Paróquia Nossa Senhora dos Remédios (Tabira)
Joel Rita da Silva – Paróquia Nossa Senhora da Penha (Serra Talhada)
José Iran Barros – Paróquia de São José (São José do Belmonte)
Niedson Alves Guerra – Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Serra Talhada)

CNBB divulga nota contra a legalização dos jogos de azar no Brasil

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é contra a legalização dos jogos de azar no Brasil. Em nota divulgada nesta terça-feira, 1º de fevereiro, a Presidência da entidade reitera sua “inegociável posição” em desacordo com a mobilização feita nas últimas sessões de 2021 na Câmara dos Deputados que favorece a regulamentação, logo nas primeiras sessões deste ano 2022, da exploração de jogos de azar no país.
 
“Cabe-nos, por razões éticas e evangélicas, alertar que o jogo de azar traz consigo irreparáveis prejuízos morais, sociais e, particularmente, familiares. Além disso, o jogo compulsivo é considerado uma patologia no Código Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde. O sistema altamente lucrativo dos jogos de azar tem sua face mais perversa na pessoa que sofre dessa compulsão”, afirmam os bispos.
 
A Conferência também denuncia os “falsos argumentos” em favor da aprovação do Projeto de Lei 442/91, os quais “não consideram a possibilidade de associação dos jogos de azar com a lavagem de dinheiro e o crime organizado”.
 
“A CNBB conclama o Congresso Nacional a rejeitar este projeto e qualquer outra iniciativa que pretenda regularizar os jogos de azar no Brasil. O voto favorável ao jogo será, na prática, um voto de desprezo pela vida, pela família e seus valores fundamentais”, exorta a Conferência.
 
No contexto do ano eleitoral, “a CNBB assume o compromisso de acompanhar atentamente essa tramitação e divulgar amplamente o nome dos parlamentares que escolherem deixar suas digitais nessa delituosa afronta ao povo brasileiro”.

Lançada 2ª edição da cartilha Caatinga Guardiã das Águas

Aconteceu na tarde desta terça (26/10), o lançamento virtual da 2ª edição da cartilha Caatinga Guardiã das Águas, com o Webnário Água e Caatinga – Por uma Pedagogia Ecológica Frente à Degradação Ambiental no Pajeú e as Mudanças Climáticas. As pessoas puderam acompanha pelo canal do Youtube do Centro Sabiá e nas páginas do Facebook do Centro Sabiá e da Rádio Pajeú.
 
Estiveram participando o bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, Pe. Luis Marques, Maria Cristina e Riva Almeida do Centro Sabiá, Alexandre Pires da ASA e Centro Sabiá e do professor Genival Barros (NEPPAS/URFPE).
 
O Webnário foi voltado a gestores e gestoras de educação, professores e professoras das redes municipal e estadual da região do Pajeú, e toda sociedade.
 
Foram distribuídos 7.000 exemplares da cartilha junto às secretarias de Educação dos municípios do Pajeú e com todas as escolas estaduais também do Pajeú. O objetivo é chegar a 4.000 professores e professoras da rede municipal de educação de 20 municípios da Bacia do Rio Pajeú e 1.800 docentes de 42 escolas da rede estadual da região.
 
A cartilha é uma iniciativa do Grupo Fé e Política da Diocese de Afogados da Ingazeira, em parceria com a UAST/UFRPE, o Centro Sabiá e a ASA Pernambuco, que tem como finalidade contribuir para uma prática pedagógica que sensibilize crianças, adolescentes e jovens dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú, sobre os cuidados e a importância da preservação da Caatinga, para a garantia das nossas fontes de água, da biodiversidade, no combate à desertificação e equilíbrio ambiental.
 
Preservar a Caatinga e as fontes de água no Pajeú é uma condição fundamental para combater a pobreza, as desigualdades e os efeitos que as mudanças climáticas causam à nossa população. 

Com missa, dom Egidio abre o Sínodo em nível diocesano

Com missa na noite da quinta, 14 de outubro, no patamar da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, o bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, abriu o Sínodo Diocesano na diocese.
 
A missa contou com a presença do clero e de representantes das paróquias.
 
O processo é tido como a maior consulta popular da história da Igreja Católica e que busca adaptá-la aos novos tempos. Será um momento de escuta entre Igreja e povo. Esse processo de escuta se estenderá até abril de 2022 na diocese de Afogados da Ingazeira. O sínodo dos bispos acontecerá em 2023 em Roma.
 
Durante a missa, dom Egidio falou sobre a abertura do sínodo em nível diocesano. "O sentido do caminho ao qual todos somos chamados consiste antes de mais nada em descobrir o rosto e a forma de uma Igreja Sinodal em que cada um tem algo a dizer e algo a aprender. Neste caminhar juntos, pedimos ao Espírito Santo nos leve a descobrir como a comunhão que faz de nós unidade tem em vista a missão. Uma Igreja Sinodal é uma Igreja com as portas abertas, uma Igreja missionária. É uma Igreja que aceita e busca caminhar junto com as outras Igrejas e comunidades cristãs, mas, que de forma ainda mais ampla, abranja toda a humanidade da qual compartilhamos as alegrias e esperanças, as tristezas e as angústias", disse o bispo.